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O estranho mundo dos pokémons (1): 43% dos jogadores abdicavam de férias para caçar mais horas

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GETTY

O verbo “caçar“ ali em cima equivale a “jogar”

Já se sabe que é o fenómeno do momento – e as notícias esquisitas sobre o jogo sucedem-se. O site de finanças pessoais GOBankingRates publicou um estudo perturbador para quem está inquieto com este frenesim incitado pelo Pokémon GO: 43% dos inquiridos – há que dizer que os entrevistados são gente entusiasta do jogo – confessam que entre ter dois dias de férias adicionais ou um dia de folga para se entregarem a full time ao jogo iam para a segunda opção.

Mais: entre receber €90 – sem mais nem menos, sem qualquer contrapartida, sem qualquer obrigação – apanhar um pokémon raro, um terço dos inquiridos prefere também a segunda via.

Se pensa que há exagero mediático no acompanhamento do fenómeno, lembre-se também que o jogo está a despertar comportamentos exagerados em quem o estima. O Pokémon GO está a transformar-se objetivamente num marco tecnológico.