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Ator de “Star Treck” morre em acidente

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FRED PROUSER / REUTERS

Anton Yelchin faleceu na madrugada de domingo, depois de o seu veículo ter deslizado por uma encosta, no caminho de acesso a sua casa, tendo sido colhido e projetado contra uma parede,

O jovem ator norte-americano Anton Yelchin, nascido na Rússia e conhecido por interpretar Chekv na nova saga de “Star Treck”, morreu hoje, aos 27 anos, após ser atropelado pelo próprio veículo, anunciou a sua agente, Jennifer Allen.

Yelchin faleceu na madrugada de domingo, depois de o seu veículo ter deslizado por uma encosta, no caminho de acesso a sua casa, tendo sido colhido e projetado contra uma parede, descrevem as agências internacionais de notícias.

“É uma notícia muito triste”, indicou Jennifer Allen à imprensa. Yelchin “morreu num acidente rodoviário esta manhã”, acrescentou.

Natural da cidade russa de São Petersburgo, Anton Yelchin chegou aos Estados Unidos aos seis meses, com os pais, conhecidos patinadores de dança sobre gelo de Leninegrado. O ator iniciou a sua carreira aos nove anos e participou em diversas séries televisivas, durante a década de 1990, como “ER - Serviço de urgência” e “A juíza”.

Participou em mais de três dezenas de filmes e tornou-se conhecido ao interpretar Pavel Chekov em “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013), papel que retomou em “Star Trek: Além do Universo” (2016), filme que se encontra em fase de pós-produção e que tem estreia prevista para 25 de agosto, em Portugal. Surgiu ainda em “Alpha Dog” (2006), “Terminator Renaissance” (2009), “Vingança ao Anoitecer” e “Como Enterrar a Ex” (2014), assim como em “Cavalos Destroçados” (2015).

Anton Yelchin esteve em Portugal em 2015, para a rodagem de “Porto, Mon Amour”, do realizador brasileiro Gabe Klinger, filme que se encontra concluído, mas ainda sem data de estreia. Sobre a Invicta, Yelchin destacou a “profunda presença do tempo e da sua mudança” na cidade, confessando o seu amor pela comida portuguesa. “Porto, mon amour” contou com o apoio da Câmara do Porto, produção executiva de Jim Jarmush e coprodução por Rodrigo Areias.