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Obama já está a acompanhar investigações sobre ataque em Orlando

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SHAWN THEW / EPA

A Casa Branca já lamentou o “trágico tiroteio” da última madrugada na discoteca Pulse, indicando que Barack Obama instruiu o Governo para dar todo o apoio necessário à investigação sobre o ataque que fez duas dezenas de mortos

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

O presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, vai acompanhar de perto o decorrer das investigações sobre o ataque que na madrugada deste domingo fez cerca de 20 mortos e mais de 40 feridos numa discoteca na cidade de Orlando.

Obama ainda não reagiu de viva voz ao incidente, mas a Casa Branca emitiu um comunicado notando que Barack Obama já foi informado esta manhã pela sua assessora para assuntos de segurança nacional e combate ao terrorismo, Lisa Monaco, sobre os contornos do ataque à discoteca Pulse.

“Os nossos pensamentos e orações estão com as famílias e amigos das vítimas. O presidente pediu para receber atualizações regulares à medida que o FBI e outros agentes trabalham com a polícia de Orlando para reunir mais informação”, refere o comunicado da Casa Branca.

Segundo a mesma fonte, o presidente norte-americano deu também instruções ao seu Governo para que assegure toda a assistência necessária para a realização das investigações e para o apoio à comunidade de Orlando.

O ataque foi levado a cabo cerca das 2h (7h em Portugal Continental) por um homem armado com uma espingarda e um revólver. Dentro da discoteca Pulse, o atirador começou a disparar, sendo de seguida perseguido por um agente da polícia que estava no estabelecimento. Após a troca de tiros o atirador fez reféns, levando a polícia a decidir invadir a discoteca cerca das 5h, para tentar resgatar os reféns.

Já de manhã as autoridades anunciaram a morte do atirador e, mais tarde, confirmaram a existência de duas dezenas de mortos dentro da discoteca Pulse, além de 42 feridos, encaminhados para vários hospitais da cidade.

A polícia de Orlando e o FBI estão a investigar a história do atirador, para tentar perceber as motivações deste ataque, que já classificaram como um “ato terrorista”.