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Para o “Financial Times”, a melhor escola de gestão portuguesa é a Católica

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D.R.

Nova SBE e Porto Business School são as outras duas escolas portuguesas incluídas no ranking mundial de formação de executivos, elaborado pelo jornal britânico

A Catolica Lisbon School of Business and Economics voltou a ser considerada a melhor escola portuguesa no ranking mundial do “Financial Times” sobre formação de executivos. Embora tenha piorado a sua prestação em relação ao ano anterior (de 38º para 42º lugar), é a única em Portugal a entrar no TOP 50 mundial. A escola de gestão está ainda entre as 20 melhores escolas europeias na lista que é uma referência para estudantes e executivos.

Segue-se-lhe a formação de executivos da Nova School of Business and Economics (Nova SBE Executive Education), que sobe para a 63ª posição mundial e entra no TOP 30 das escolas da Europa com melhor formação na área (29ª melhor da Europa). Quase no fim da lista da 75 escolas, temos a Porto Business School, que melhora a sua prestação em relação ao ano anterior, passando de 73º para 70º lugar.

A aposta na internacionalização, o número de programas e participantes internacionais, a utilidade e aplicação dos conhecimentos adquiridos no local de trabalho e o salário dos antigos alunos são alguns dos indicadores que têm peso na elaboração do ranking do jornal britânico.

A nível mundial e tendo em conta categorias específicas, a Catolica Lisbon School destacou-se nos programas dirigidos a empresas (uma subida de 10 posições para o 41º lugar a nível mundial) e a Nova SBE foi considerada a 10ª escola com maior presença no mundo. Já a Porto Business School evidenciou-se na categoria “Follow Up”, na qual é avaliada o acompanhamento e implementação de conhecimentos adquiridos no local de trabalho.

Os diretores da Catolica Lisbon e Nova SBE, respetivamente Francisco Veloso e Daniel Traça, realçam - em comunicado enviado ao Expresso - a aposta na internacionalização e nas melhores práticas em economia, gestão e finanças como alguns dos fatores que contribuem para o reconhecimento obtido. Já Ramon O'Callaghan, diretor da Porto Business School, aponta o “nível de excelência” e a criação de “impacto e valor nas organizações” como duas possíveis explicações.