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“Jogo Duplo”: um futebolista do Oriental e dois empresários em prisão preventiva

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Os restantes 12 suspeitos, que foram esta terça-feira a tribunal, ficam com termo de identidade e residência

Três dos 15 suspeitos detidos no âmbito da operação “Jogo Duplo” vão ficar em prisão preventiva. Segundo a Sic Notícias, Diego Tavares, o defesa do Oriental, e Carlos Aranha e Gustavo Oliveira, empresários ligados ao ramo das apostas, depois de esta terça-feira terem sido presentes a juiz.

Os restantes 12 suspeitos, que foram esta terça-feira a tribunal, em que estão incluídos jogadores dos clubes Oriental, Oliveirense e Leixões ficam com termo de identidade e residência.

A operação da Polícia Judiciária, que decorre desde há dois meses em prol do “combate à corrupção no fenómeno desportivo”, deteve no passado sábado 15 pessoas por suspeitas de apostas ilegais e combinação de resultados.

Ainda nesse dia, a informação já foi confirmada pela Procuradoria-Geral da República. “No âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público, que corre termos na 9.ª Secção do DIAP de Lisboa, realizam-se diligências de investigação em vários pontos do país, tendo sido efetuadas mais de uma dezena de detenções”, refere um comunicado da Procuradoria enviado à agência Lusa.

Os jogadores do Oriental Rafael Veloso, João Pedro, André Almeida e Diego Tavares foram levados pela PJ este sábado, no final da vitória sobre o Atlético na 46º e última jornada da II Liga de futebol, que decorreu no Estádio da Tapadinha, na capital.

Também o presidente e o diretor desportivo do Leixões - Carlos Oliveira e Nuno Silva, respetivamente - foram detidos no âmbito da operação “Jogo Duplo”, indiciados pela prática de corrupção ativa, tal como quatro jogadores do Oliveirense (nos quais se incluem o guarda-redes e elementos da defesa).