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Português detido em Bruxelas por alegadamente fotografar instituições

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Polícia belga disse ao funcionário da Representação Permanente de Portugal junto da Comissão Europeia que não podia tirar fotografias às instituições europeias, devido ao alerta amarelo que vigora na cidade depois dos atentados terroristas

Um conselheiro técnico da Representação Permanente de Portugal junto da Comissão Europeia (REPER) foi detido em Bruxelas, alegadamente por estar a fotografar instituições europeias, segundo um vídeo divulgado pelo correspondente da Euronews na capital belga.

Na rede social Twitter, o jornalista James Franey divulgou o vídeo da detenção e escreveu que a "polícia de Bruxelas deteve este diplomata português", ouvindo-se no vídeo o membro da REPER a dizer, em inglês, que está a ser levado por ter tirado fotografias.

Mais tarde, o jornalista identificou o diplomata como Rui Boavida, da área do Ambiente e Energia da REPER.

A agência Lusa tentou, sem sucesso, contactar a REPER para mais esclarecimentos, tendo a rádio TSF noticiado que a polícia disse ao português que não podia tirar fotografias às instituições europeias devido ao alerta amarelo que vigora na cidade.

Citando uma fonte da REPER, a TSF indicou que Rui Boavida foi levado e esteve entre "30 a 40 minutos" na polícia, com a situação a ser resolvida depois de agentes terem contacto a representação portuguesa.

Na sua página no Twitter, James Franey divulgou um outro link para uma situação de um jornalista interpelado, em janeiro, por um soldado para apagar as fotos tiradas à sede da Comissão Europeia.