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Operação Aquiles: Ministério Público propõe prisão preventiva para maioria dos arguidos

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Ainda esta terça-feira será conhecida a decisão do juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal. Entre os detidos estão elementos da Polícia Judiciária, da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes e da GNR

O juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal marcou para as 20h30 desta quarta-feira a leitura do despacho das medidas de coação a aplicar aos 15 arguidos da Operação Aquiles, segundo os advogados de defesa.

Os advogados de defesa já saíram do tribunal e regressarão às 20h30 para a leitura do despacho.

Segundo fonte ligada ao processo, o Ministério Público terá proposto prisão preventiva para nove dos 15 arguidos, incluindo os dois elementos da Policia Judiciária.

Entre os vários detidos na Operação Aquiles estão dois elementos da própria Polícia Judiciária, o coordenador reformado da PJ Carlos Dias Santos e o inspetor-chefe da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) Ricardo Macedo, assim como o cabo da GNR do destacamento de Torres Vedras José Manuel Baltazar Silva.

Carlos Dias Santos esteve 38 anos na PJ e pertenceu à Direção Central de Investigação de Tráfico de Estupefacientes (DCITE) e à Direção Central de Combate ao Banditismo (DCCB).O inspetor-chefe Ricardo Macedo, outro dos detidos, trabalhava na UNCTE.

O processo envolve, segundo as autoridades judiciárias, suspeitas de corrupção ativa e passiva, tráfico de droga agravado, associação criminosa e branqueamento de capitais.

A investigação está a cargo da Unidade Nacional de Combate à Corrupção, em colaboração com a Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefaciente, num inquérito dirigido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal.