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E se Joana Vasconcelos fosse refugiada, o que levava na mochila? “O iPhone e as joias”

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Num vídeo de promoção, partilhado pela RTP, a artista plástica surge a enumerar o que levaria consigo caso fosse refugiada. As imagens estão a gerar algumas críticas nas redes sociais

O smartphone, o tablet, todas as joias, um caderno, os lápis e as lãs. Eis os objetos que Joana Vasconcelos colocaria na mochila se tivesse de fugir da guerra e rumo a outro país na esperança de um futuro melhor. A artista plástica juntou-se à campanha “E se fosse eu”, da Plataforma de Apoio aos Refugiados. No vídeo de promoção enumerou o que não poderia faltar na sua bagagem, mas as imagens partilhadas pela RTP não foram muito bem recebidas pela opinião pública.

“E se fosse eu” é um programa que pretende sensibilizar a sociedade portuguesa para as condições em que os refugiados se encontram. O objetivo é “promover um exercício de empatia com quem foge da guerra na Síria e procura proteção humanitária, percebendo o que quer dizer deixar tudo para trás, ter de selecionar o que é mais importante e viver só com uma mochila numa jornada de perigos e de incertezas”, lê-se na página oficial.

Após a partilha do vídeo com Joana Vasconcelos, choveram críticas à artista e à RTP no Facebook: “Sério??? Ela não entendeu a pergunta...”, “Ridícula! Olha...levava o candeeiro dos tampões! Seriam bem mais úteis! Não se lembrou”, “Não acredito no que vi!”, “RTP, quando as respostas são tão ridículas quanto esta, deviam ter o bom senso de nos poupar a este tipo de comentários infelizes”, escreveram diversas pessoas.

Contactada pelo Expresso, a assessoria da artista plástica não quis comentar a situação. Neste momento, Joana Vasconcelos está fora do país e incontactável.