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Sociedade

Despedimentos coletivos aumentaram desde janeiro

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Marcos Borga

Os dados da Direção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho mostram um aumento de 35,5% face aos dois primeiros meses de 2015. Mais de mil portugueses ficaram sem emprego

Mais de mil portugueses perderam o seu posto de trabalho na sequência de despedimentos coletivos desde o início do ano, conta o "Diário Económico" esta quarta-feira. Os dados da Direção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT) mostram um aumento de 35,5% face ao mesmo período em 2015.

Após o site do Ministério do Emprego e da Segurança Social ter estado durante três meses "em manutenção", a publicação dos dados foi retomada. Ao todo, foram 1064 trabalhadores dispensados através da medida de despedimento coletivo. Houve mais 52 pessoas que rescindiram contrato, enquanto 132 foram afetadas por "outras medidas".

Apesar dos despedimentos coletivos terem aumentado, o número de empresas que utilizou este tipo de medida diminuiu no mesmo período, de 97 para 94. Cerca de metade (46) destas empresas situa-se na região de Lisboa e Vale do Tejo.

O "Diário Económico" escreve também que são as empresas de menores dimensões – micro e pequenas empresas – que registaram mais processos de despedimentos coletivos.