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Passados três meses, ainda não há empresa para manter sistemas de vigilância das escolas

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Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação

PEDRO NUNES / LUSA

Governo foi obrigado a fazer nova contratação temporária para manter os sistemas de videovigilância das escolas a funcionar. Agora quer apostar em contratos plurianuais

O Ministério da Educação quer promover um contrato plurianual para os sistemas de monitorização remota e deteção de intrusão através da videovigilância das escolas, noticia a TSF esta terça-feira.

Esta notícia surge passados três meses da polémica de novembro, quando os diretores escolares foram avisados que deviam desligar os sistemas, porque o contrato anterior tinha expirado – houve receio de que isso pudesse dar uma "janela aberta" para atos de vandalização ou assaltos, da parte de algumas escolas.

O Governo, na altura, resolveu o problema com um contrato de três meses, cujo prazo acabou no último fim de semana.

Em declarações à TSF, o Ministério da Educação explica que já tinha acautelado "uma contratação temporária deste serviço, o que faz que ele esteja a ser prestado, suprindo assim a falta deste serviço que existiria de outro modo".

O Ministério da Educação pretende agora encontrar uma solução mais duradora para este problema, com base em contratos plurianuais. "É preciso assegurar este serviço por um horizonte temporal que evite futuras interrupções", argumenta o ministério.