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Reposição das 35 horas na Saúde em risco de ser adiada

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Paulo Vaz Henriques

As Finanças estão a fazer as contas para apurar o impacto da medida, mas o “Diário Económico” avança que o Governo se prepara para deixar cair aquela que foi uma promessa eleitoral do atual primeiro-ministro

A reposição das 35 horas de trabalho semanal pode não avançar no sector da Saúde. Segundo o “Diário Económico” desta sexta-feira, os serviços das Finanças estão a fazer contas para perceber o impacto da medida, mas a necessária contratação de profissionais e o aumento de despesa com horas extraordinárias são razões para o Governo ponderar como hipótese mais provável o adiamento daquela que foi uma promessa eleitoral de António Costa.

Em declarações recentes, o ministro das Finanças Mário Centeno esclareceu que a reposição das 35 horas estaria dependente de o impacto da medida “ser nulo” em termos orçamentais.

Ao jornal, o ministério da Saúde afirmou que este é um “assunto que ainda não está fechado”.

No final de janeiro, o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses convocou uma greve reivindicando a reposição das 35 horas mais cedo do que o previsto pelo Governo.