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Vamos cada vez mais à net quando estamos na rua - cortesia dos telefones inteligentes

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Navegação via banda larga móvel aumenta significativamente. Smartphones impulsionam, placas/modem ajudam. MEO lidera

Google / Handout

O tráfego de Internet móvel aumentou 35,7% no terceiro trimestre deste ano, sobretudo impulsionado pelo aumento de 55% do tráfego de dados nos smartphones, divulgou esta quarta-feira a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM).

Já o tráfego gerado pelas placas/modem subiu 26,9%, assim como o número de utilizadores que efetivamente utilizaram Internet em banda larga móvel subiu 4,1% face ao trimestre anterior e 22,6% em termos homólogos, ao chegar aos 5,5 milhões.

"A evolução da banda larga móvel tem sido impulsionada, sobretudo, pelo aumento do número de utilizadores de 'smartphones' [telefones inteligentes], que neste trimestre já representavam 64,2% do total de utilizadores de telemóvel (um crescimento homólogo de 14,5 pontos percentuais)", lê-se no comunicado do regulador.

A MEO lidera a quota de clientes ativos de banda larga, com 43%, seguindo-se a Vodafone e a NOS com 29,2% e 27,5%, respetivamente, o que representa em termos homólogos uma queda de 4,8 pontos percentuais para a MEO e uma subida de 3,9 e 0,9 pontos percentuais para os restantes.

A liderar no tráfego destaca-se de novo a MEO, com 34,7%, a única a aumentar a sua quota no trimestre, seguida pela NOS, com 33,5%, e Vodafone, com 31,8%.

No total, o tráfego de acesso à Internet em banda larga (fixa e móvel) aumentou 10,1%, sobretudo devido ao aumento de 9,1% do tráfego de banda larga fixa, que representa 95,2% do total.

O número de acessos de banda larga fixa também aumentou, mais de 11% em termos homólogos, atingindo os 3,07 milhões no final de setembro.

Para tal, contribuiu o crescimento da fibra ótica, de 7,1% no trimestre e 34,2% em termos homólogos, representando 25,2% do total de acessos.

A quota de acessos fixos da MEO atingiu os 45%, seguindo-se o Grupo NOS com uma quota de 36% e a Vodafone com 14% e no tráfego de banda larga fixa, o primeiro tem uma quota de 44,2%, a NOS 41,4% e a Vodafone 8,1%.

As receitas provenientes do serviço de acesso à Internet fixo 'stand-alone' e de pacotes de serviços que incluem este serviço totalizaram, nos primeiros nove meses de 2015, cerca de 1.118 milhões de euros.