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Marques Mendes: Orçamento do Estado “não será apresentado antes de março”

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Marques Mendes elogiou os 17 novos ministros de António Costa e dividiu-os em quatro listas que o próprio elaborou: a lista das "surpresas", dos "poderosos", dos "políticos" e das "expectativas"

Helena Bento

Jornalista

Marques Mendes disse que o maior desafio que António Costa enfrenta é o Orçamento do Estado para 2016 e que não acredita que documento venha a ser apresentando antes de março.

Outros dos grandes desafios do novo Governo PS será a venda da TAP, considerou. "Vai ser a primeira colisão entre Mário Centeno [ministro das Finanças] e o Banco de Portugal", disse.

Marques Mendes, que falava no seu espaço de comentário habitual na SIC, afirmou que o novo Governo "é bom em termos globais", mas que "precisa de ter uma figura de peso da política e da sociedade". Na sua opinião, será um Governo que tanto tenderá para a esquerda como para a direita, conforme se trate de assuntos sociais ou de temas ligados à economia e às finanças, respetivamente. "Costa é flexível na gestão das suas convicções. É um político pouco ideológico e muito pragmático", acrescentou.

Marques Mendes elogiou os 17 novos ministros e dividiu-os em quatro listas elaboradas por si: a lista das "surpresas", dos "poderosos", dos "políticos" e das "expectativas".

Da lista das "surpresas" fazem parte, por exemplo, Francisca Van Dunem, ministra da Justiça, e Constança Urbano de Sousa, ministra da Administração Interna. Mário Centeno, ministro das Finanças, assim como Vieira da Silva, ministro da Segurança Social, estão na lista dos "poderosos". Na dos "políticos" estão, por exemplo, João Soares, ministro da Cultura, e Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros. E na das "expectativas" destacam-se nomes como o de Tiago Brandão Rodrigues, investigador bioquímico e o mais novo dos atuais ministros, que detém a pasta da Educação.