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Caso de tuberculose detetado em navio da Marinha portuguesa

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Depois de uma guarda-marinha angolana, que fazia parte da tripulação do navio hidrográfico Dom Carlos I, ter apresentado sintomas da doença contagiosa, entretanto diagnosticada, mais dois tripulantes já se encontram internados no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa, com queixas idênticas

Uma guarda-marinha angolana que integra a tripulação do navio hidrográfico Dom Carlos I, da Marinha portuguesa, foi internada no hospital Curry Cabral, em Lisboa, esta segunda-feira, com o diagnóstico de tuberculose pulmonar bacilífera, de acordo com as informações avançadas pela edição desta quarta-feira do jornal “Correio da Manhã”.

Entretanto, outros dois tripulantes do navio que sentiam sintomas semelhantes aos da guarda angolana já foram internados no Hospital das Forças Armadas, em Lisboa.

O Dom Carlos I deslocava-se esta segunda-feira para o exercício da NATO “Trident Juncture 2015”, que deverá terminar esta quarta-feira em Portugal. No entanto, o navio acabou por ser desviado para Tróia na terça-feira, tendo em vista o internamento dos dois tripulantes que podem ter sido contagiados. De momento o navio dirige-se de volta ao Alfeite, onde deverá chegar esta quarta-feira.

Os restantes 32 tripulantes do navio deverão permanecer em quarentena dentro da embarcação, até que possam ser rastreados de forma a determinar se foram ou não contagiados com a mesma doença.

A guarda-marinha angolana de 27 anos a quem foi diagnosticada a tuberculose encontrava-se no navio devido a uma colaboração que está a decorrer entre as Marinhas de Portugal e Angola.