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Mais de 860 arguidos usam pulseira eletrónica

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Dados provisórios da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais mostram que o número de portugueses com pulseira eletrónica tem aumentado ao longo de 2015, sobretudo por casos associados aos crimes de violência doméstica

Um total de 865 arguidos usavam, no final de agosto, pulseira eletrónica, sistema de vigilância que aumentou 13% em relação ao mesmo período de 2014, segundo dados provisórios da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).

A vigilância eletrónica é uma das alternativas à prisão em Portugal, tema que vai estar em debate esta segunda-feira num seminário organizado pelo Observatório Europeu das Prisões, no âmbito do projeto alternativas à prisão na Europa, financiado pelo Programa de Justiça Criminal da União Europeia.

Os dados provisórios da DGRSP adiantam que o número de arguidos com pulseira eletrónica tem aumentado ao longo de 2015, tendo atingido o patamar mais elevado, em agosto, com 865 penas e medidas fiscalizadas por vigilância eletrónica.

Este aumento continuou a dever-se aos casos associados aos crimes de violência doméstica, que representavam, em agosto, 48,26% do total dos 865 arguidos em vigilância eletrónica.

Segundo a DGRSP, 420 arguidos em contexto de violação doméstica usavam, a 31 de agosto, pulseira eletrónica.