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Sequestro em Lagos dura há mais de seis horas

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Três reféns e um agente da PSP feridos nas instalações da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Lagos. Este é, para já, o cenário de um sequestro que ainda não terminou

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Desde as 9h15 desta segunda-feira que um homem armado se barricou nas instalações da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Lagos. Fez três reféns, quase todos trabalhadores da CPCJ. Um cenário que não se alterou até ao início desta tarde.

O homem, que tem consigo mais do que uma arma, fez exigências aos negociadores que estiveram no local. Mas as autoridades preferiram não revelar o que ele pediu, por razões de segurança.

As instalações da CPCJ de Lagos, que se situam numa zona habitacional perto da Escola Júlio Dantas, continuam cercadas por agentes da PSP, que criaram um perímetro de segurança durante estas últimas seis horas.

Logo no início do sequestro, o homem baleou na cabeça um agente da PSP mas os ferimentos foram ligeiros e o Expresso sabe que o agente se encontra livre de perigo.

De acordo com a TVI, o homem barricou-se por lhe terem sido retirados os dois filhos, que estão numa instituição em Lisboa, uma informação que não foi confirmada oficialmente para não pôr em perigo os três reféns que estiveram no interior das instalações.