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Morreu Paula Calisto

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Durante três décadas o sorriso da Paula fez parte do quotidiano do Expresso. Partiu esta quarta-feira, vítima de cancro de pâncreas

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Era alegre, simpática e jovial. Maria Paula Figueiredo Dias Silva Calisto começou a trabalhar no Expresso em novembro de 1975, quando este semanário ainda não tinha completado dois anos de vida. E aqui permaneceu durante 31 anos, boa parte deles como secretária de direção.

Os leitores também conheciam o seu nome. Durante vários anos, assinou uma coluna na Revista do Expresso que apresentava as últimas novidades da moda, produtos de beleza, perfumes e artigos similares.

Esta colaboração terminou em 2006, depois de se ter reformado. Algum tempo depois, José António Saraiva, diretor do Sol e ex-diretor do Expresso, desafiou-a para organizar uma página dedicada às famílias numerosas na publicação que atualmente dirige.

Paula Calisto nasceu em Lisboa a 17 de fevereiro de 1949. Mãe de dois filhos, Marta e Jorge, era casada em segundas núpcias com o arquiteto Alberto Oliveira; profissionalmente, manteve o apelido do primeiro marido.

Em 2010 criou um blogue que batizou com o seu nome, onde produzia “informação e aconselhamento de produtos e serviços nas áreas: Beleza; Saúde e Bem-Estar; Moda e Cultura, bem como sugestões de Hotéis, Pousadas, Turismos e outros Locais para visitar e preguiçar”.

Colocou o último post no dia 3 de novembro de 2014, altura em que lhe foi diagnosticado um cancro de pâncreas. Partiu esta quarta-feira, 23 de setembro.

O corpo está numa das capelas mortuárias da Igreja São João de Deus, na Praça de Londres em Lisboa, a partir das 18h30. Quinta-feira às 14h30 há missa de corpo presente. O corpo será cremado numa cerimónia reservada aos mais próximos.