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O iPad tomou esteroides (e a Microsoft ajuda)

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MONICA DAVEY / EPA

Está confirmado: depois do mini e do “normal”, agora há um iPad gigante virado para a utilização profissional. Vem com teclado da Apple (qualquer semelhança com o Surface da Microsoft não é coincidência) e tem quase 13 polegadas. Outra nota: a Apple e a Microsoft deram as mãos

“É o mais avançado aparelho que alguma vez construímos.” É assim que Tim Cook, CEO da Apple, descreve o iPad Pro, apresentado esta quarta-feira em São Francisco, nos EUA. A Apple apresentou o seu futuro no dia em que Portugal discute o seu no debate Passos-Costa.

Este iPad Pro vem com aquela euforia típica: é o mais rápido, o mais bonito, o mais potente e etc de sempre. E o mais caro: 1079 dólares (a Apple tende a fazer conversão direta para euros, por isso é esperar algo como €1079 em Portugal) para a versão de 128GB, 949 dólares para a de 64GB e 799 para quem ficar com os tristes 32GB. O teclado sai a 169 dólares e a pen digital para escrever e fazer desenhos fica-se pelos 99. Pode ser rápido e potente, mas o iPad Pro e respetivos acessórios precisam de carteiras recheadas. Sai em novembro, estará disponível em prateado, dourado e em space grey (uma mistura de preto com cinzento), tem autonomia para dez horas e uma câmara com oito megapixeis.

Mas há uma grande novidade na forma como a Apple apresentou o seu novo iPad: depois de Tim Cook ter aparecido com o tablet gigante encostado ao peito - este iPad tem 12,9 polegadas de diagonal (é um portátil ainda que não o seja) -, um tipo de nome complicado mas de cargo relevante foi chamado para o palco - Kirk Konigsbauer, da equipa que faz o Office. Isso mesmo - a Microsoft vai dar uma mão à Apple. Konigsbauer explicou que o objetivo da parceria é tornar a experiência do Office a mais competente de sempre no universo touch.

A Apple a chamar a Microsoft ao palco num evento sobre iPhones, iPads e iAfins: quem diria.