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Incêndio em Coimbra obriga a reforço de meios

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Um incêndio teve início às 12h42 na freguesia de Almalaguês, no concelho de Coimbra, e ainda tem duas frentes ativas. Estão mais de 500 operacionais destacados, 175 meios terrestres e cinco meios aéreos

O fogo que lavra desde as 12h42 em Almalaguês, no concelho de Coimbra, está já a ser combatido por mais de 500 operacionais, informa a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) na sua página na Internet.

Ainda há duas frentes ativas e, no total, estão 566 operacionais no terreno, apoiados por 175 veículos e cinco meios aéreos - segundo a atualização feita pela ANPC às 19h40.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Coimbra adiantou à Lusa que estão ainda a caminho grupos de reforço de Aveiro e Viseu.

Segundo Carlos Luís Tavares, Comandante Operacional da Distrital de Coimbra, disse à SIC Notícias, o vento já abrandou, o que facilita o combate às chamas que deflagraram com "muita velocidade". "Não há populações em risco", confirmou.

O incêndio obrigou ao corte da Autoestrada 13 nos dois sentidos, entre os nós de Ceira (Coimbra) e de Condeixa-a-Nova, desde as 15:40, interrupção que, segundo a Brigada de Trânsito da GNR ainda se mantinha às 17h50.

O vereador da Câmara de Coimbra Jorge Alves disse à agência Lusa que a situação mais complicada se verifica na localidade de Abelheira, ainda na freguesia de Almalaguês.

O autarca, responsável pelo pelouro da proteção civil, adiantou ainda que as chamas progridem em direção ao concelho de Miranda do Corvo.

Segundo Jorge Alves, o fogo "andou em cima" de várias povoações, pelo que a prioridade dos meios no terreno foi preservar as habitações e os haveres das populações.

[notícia atualizada às 20h02]