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Amigo de Sócrates mantém-se em prisão domiciliária

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Procuradoria-geral da República divulga em comunicado que Carlos Santos Silva continua obrigado a permanecer em casa com pulseira eletrónica, no âmbito da Operação Marquês

“O Ministério Público foi hoje notificado da decisão judicial de manutenção das medidas de coação aplicadas ao arguido Carlos Santos Silva”, pode ler-se num comunicado enviado às redações, esta sexta-feira, pela Procuradoria-Geral da República, que dá a conhecer a decisão do Tribunal Central de Instrução Criminal.

O juiz Carlos Alexandre decidiu - no âmbito da revisão das medidas de coação, realizada a cada três meses - manter a medida de coação ao amigo do ex-primeiro-ministro José Sócrates, que continuará obrigado a permanecer em sua casa, com pulseira eletrónica. Está ainda proibido de manter contactos com outros arguidos da Operação Marquês.

O empresário e engenheiro civil é suspeito de corrupção, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais. Tal como José Sócrates, o ex-administrador do grupo Lena foi detido em novembro do ano passado. Ficou em prisão preventiva até ao final de maio, altura em que passou para prisão domiciliária.

Dos vários arguidos da Operação Marquês, apenas José Sócrates se encontra atualmente em prisão preventiva.