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Há 24 portugueses na lista de procurados da Interpol. O Brasil quer 15 destes

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Suíça, Luxemburgo, China, Venezuela e EUA também fizerem pedidos de captura. Só um dos 24 é que é procurado pelas autoridades portuguesas

A Interpol procura 24 cidadãos portugueses, a maioria a pedido das autoridades judiciais brasileiras, para cumprimento de penas de prisão por tráfico de droga e tráfico internacional de pessoas para exploração sexual.

Segundo a lista publicada na página na internet da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), seis portugueses com idades entre os 45 e os 69 anos são procurados pelas autoridades brasileiras por tráfico internacional de droga. As autoridades do Brasil também procuram outros quatro portugueses com idades entre os 33 e 67 anos para cumprimento de pena por tráfico internacional para fins de exploração sexual.

Na lista consta ainda o antigo deputado social-democrata e advogado Duarte Lima, acusado pelas autoridades judiciais brasileiras de ter assassinado em 2009, nos arredores do Rio de Janeiro, Rosalina Ribeiro, que foi companheira do milionário português Lúcio Tomé Feiteira. As autoridades judiciais brasileiras pediram igualmente ajuda à Interpol para saber o paradeiro de um outro português de 52 anos, por fraude e ameaça, outros dois por homicídio e um por crime contra o património.

Um luso-francês de 51 anos é procurado por tráfico de mulheres, através de fraude, para obter vantagens económicas. Da lista da Interpol consta também Telma Sofia Couto Garcia, uma médica portuguesa de 28 anos que é procurada pelas autoridades suíças para cumprimento de pena por homicídio, assalto e sequestro contra o marido.

A Interpol recebeu mais três pedidos, desta vez das autoridades norte-americanas, para encontrarem cidadãos portugueses para cumprirem a sentença dos tribunais, um por agressão sexual agravada, outro por homicídio e furto e outro por homicídio e tentativa de homicídio.

As autoridades macaenses e chinesas procuram um homem e uma mulher, ambos com nacionalidade chinesa e portuguesa, por suborno, branqueamento de capitais e património injustificado.

De acordo com a Interpol, há ainda um português de 52 anos procurado pelas autoridades judiciais do Luxemburgo para cumprir pena por violência doméstica e abuso de confiança.

As autoridades venezuelanas também pediram ajuda para detetar um português para cumprir pena por branqueamento de capitais, associação criminosa, fraude, contrabando e operações ilegais em salas de jogo e casinos.

Já as autoridades portuguesas pediram auxílio à Interpol para encontrar um português, de 37 anos, para cumprir pena por assalto com violência.