Siga-nos

Perfil

Expresso

Sociedade

Expresso vai cobrir as legislativas no Snapchat

  • 333

Expresso vai fazer pela primeira vez a cobertura das eleições legislativas através da rede social Snapchat, esmagadoramente utilizada pelas camadas mais jovens da população, com conteúdos especialmente dirigidos para uma faixa etária até aos 25 anos. Será a primeira vez que um órgão de comunicação social portuguesa o fará

A cobertura será feita por uma equipa jovem e integralmente dedicada a este projeto, embora aproveitando os trabalhos feitos pela redação do Expresso para o Semanário, Diário e Online. A cobertura será dedicada aos grandes momentos da campanha, bem como aos temas que mais interessam aos mais jovens, a quem vota pela primeira vez e a quem ainda está a estudar ou a entrar no mundo do trabalho.

Este projeto visa aproveitar o potencial desta rede social - assente em imagens e vídeos verticais – que já tem mais de 100 milhões de utilizadores em todo o mundo e que já está a ser utilizada por vários jornais, sites e televisões para chegar aos públicos mais jovens, como é caso do Washington Post, CNN, Daily Mail, Vice News, NPR, USA Today ou The Verge.

O potencial de comunicação e publicitário desta rede levou o grupo WPP a anunciar na semana passada, em Cannes, a criação de uma agência de publicidade integralmente dedicada ao Snapchat, já que é esmagadoramente utilizada por jovens que têm pouco contacto com os media tradicionais e, sobretudo, hábitos de consumo de media assentes em smartphones. O facto de utilizar vídeos verticais – que não exigem rodar o ecrã do telemóvel – faz com que o Snapchat seja a rede que permite a melhor utilização de vídeo.

Com este projeto, o Expresso pretende fazer uma experiência continuada de contacto com os mais jovens, que nos permita, em simultâneo, informar com conteúdos produzidos para o efeito e aprender com a experiência, preparando-nos para as exigências das audiências futuras. A escolha de umas eleições legislativas para este projeto representa também um esforço de aproximar mais os jovens da política e dos principais problemas do país, numa altura em que a abstenção nas camadas mais jovens é especialmente elevada.