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Sentença de “Palito” adiada para 11 de julho

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Pequena alteração de factos nos casos dos homicídios cometidos por Manuel “Palito” levou juízes a marcar uma nova sessão para dar a conhecer veredito do tribunal de Viseu

Era para ter sido lida esta segunda-feira mas o coletivo de juízes teve de adiar o desfecho do julgamento. Um detalhe obrigou ao adiamento para 11 de julho da leitura do acórdão no tribunal de Viseu: afinal, Manuel Baltazar, conhecido por “Palito”, além de ter morto a ex-sogra e a tia da ex-mulher, atirou ou não atirou contra a própria filha? Disparou três ou quatro tiros? A defesa do homicida e o tribunal não estão de acordo e o advogado de “Palito” não abdicou do direito de usar um prazo de dez dias para poder contestar a versão dos factos dados como provados pelo tribunal.

No essencial, o Ministério Público pede uma pena de 25 anos de prisão para “Palito”, pelo homicídio qualificado da ex-sogra e de uma familiar dela e pela tentativa de homicídio da filha e da ex-mulher, Sónia Baltazar e Maria Angelina, que acabaram por sofrer apenas ferimentos. O arguido confessou a autoria das mortes, mas não assumiu, no entanto, que fosse sua intenção matar a filha e a ex-mulher. “Palito” esteve em fuga durante mais de um mês, até ser capturado pela Polícia Judiciária a 21 de maio.