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Chinês chega a 23 escolas secundárias no próximo ano letivo

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Oferta vai estar disponível para alunos do 10.º ano a partir de setembro como projeto-piloto. Professores chineses asseguram as aulas, mas as turmas só poderão abrir com um mínimo de 20 alunos    

O chinês vai juntar-se ao leque de línguas estrangeiras que os alunos do 10.º ano dos curso científico-humanísticos (excluem-se os profissionais) vão poder escolher, a partir de setembro. Para já, a oferta é limitada a um conjunto de 23 escolas pré-selecionadas, mas poderá ser alargada a mais estabelecimentos de ensino em 20016/17.

A iniciativa do Ministério da Educação avança com a ajuda do Instituto Confúcio, de universidades e do Centro Científico e Cultural de Macau. Os professores chineses que vão assegurar o ensino do mandarim - a língua mais falada no mundo - não representarão qualquer custo para o Estado: é esse um dos termos do protocolo de colaboração que será assinado em breve.

Os critérios para a escolha das secundárias que vão ter esta oferta têm a ver com a "dispersão geográfica e proximidade de instituições de ensino superior". Para já são 23, de 18 concelhos (de Matosinhos, Loulé, Lisboa, Évora, Castelo Branco, Marinha Grande são alguns exemplos).

Estas escolas têm de apresentar a sua proposta até ao final do mês. Depois, será ainda preciso que haja um mínimo de 20 alunos interessados em aprender chinês para que se possa abrir uma turma. É essa a regra, ainda que possa haver exceções.