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Ministério Público quer manter Sócrates na cadeia de Évora

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Decisão final fica agora nas mãos do juiz Carlos Alexandre. Antigo governante recusou ir para casa com pulseira eletrónica

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

Bernardo Ferrão

Bernardo Ferrão

Subdiretor da SIC

O procurador Rosário Teixeira considera que a “substituição da prisão preventiva ficou inviabilizada” com a recusa de José Sócrates em usar uma pulseira eletrónica. 

Para o titular do processo que investiga a Operação Marquês, se o antigo governante ficar em casa sem pulseira, existe “perigo de perturbação de inquérito”, bem como, “de forma mais diminuta”, perigo de fuga - isto apesar de o Tribunal da Relação ter considerado no início do ano que não havia perigo de fuga. 

A palavra final sobre o futuro de José Sócrates cabe agora ao juiz Carlos Alexandre, que terá já decidido se mantém o ex-primeiro-ministro na cadeia de Évora ou se o envia para casa, sem vigilância eletrónica, mas com um polícia à porta.

Em teoria, o juiz pode até libertá-lo com Termo de Identidade e Residência, a mais leve das medidas de coação. Se ficar preso, Sócrates só poderá sair daqui a três meses, quando a medida de coação for novamente avaliada. 

artigo em desenvolvimento