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Duas ilhas dos Açores em situação meteorológica de risco extremo

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Foram ainda emitidos alertas para outras cinco ilhas, mas com menor gravidade na escala do Instituto Português Mar e da Atmosfera.

As ilhas de São Miguel e de Santa Maria, nos Açores, estão esta segunda-feira sob aviso vermelho, o mais grave de uma escala de quatro, devido à previsão de chuva forte.

Segundo a informação publicada no site do Instituto Português Mar e da Atmosfera (IPMA), as ilhas de São Miguel e de Santa Maria, do grupo oriental dos Açores, estão sob aviso vermelho devido à previsão de chuva forte e trovoada. Inicialmente o aviso era laranja, mas foi agravado para vermelho.

O aviso vermelho entrou em vigor às 7h e irá terminar às 15h, hora em que as ilhas do grupo oriental dos Açores vão ficar sob aviso laranja devido às condições meteorológicas, nomeadamente chuva e aguaceiros.

O aviso vermelho do IPMA prevê uma situação meteorológica de risco extremo, com o organismo a recomendar que a população se mantenha regularmente ao corrente da evolução das condições meteorológicas e seguir as orientações da Autoridade Nacional da Proteção Civil.

Também as ilhas do Faial, Pico, Terceira, Graciosa e São Jorge, do grupo central dos Açores, estão sob aviso amarelo entre as 9h de hoje e as 2h59 desta terça-feira.

O IPMA prevê para esta segunda-feira no grupo ocidental (ilhas das Flores e Corvo) céu pouco nublado, aumentando de nebulosidade ao longo da tarde e vento norte bonançoso a moderado.

Nos grupos oriental e central prevê-se céu muito nublado, tornando-se encoberto, períodos de chuva e aguaceiros por vezes fortes, condições favoráveis à ocorrência de trovoadas e vento nordeste bonançoso a moderado, tornando-se muito fresco a forte com rajadas até 90 quilómetros por hora.

Face a estas previsões meteorológicas, o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores emitiu um alerta a recordar que o "eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas mais vulneráveis", recomenda "a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações".