20 de junho de 2013 às 11:25
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Sindicato da Energia elogia processo de venda da EDP

Sindicato da Energia aplaudiu a forma como decorreu todo o processo de privatização do grupo EDP, "num sinal de que a companhia está bem e é apetecível",
Lusa
O Sindicato da Energia (SINERGIA) elogiou hoje a forma como decorreu o processo de privatização da EDP, considerando que é um "sinal" de que a elétrica "está bem e é apetecível".

Em comunicado, o SINERGIA congratulou-se com a forma como decorreu todo o processo de privatização do grupo EDP, "num sinal de que a companhia está bem e é apetecível", realçando que o Governo tem que estabelecer as "prometidas normas estratégicas de salvaguarda do interesse nacional".

O SINERGIA reconhece ainda "o sucesso e a sustentabilidade da gestão do grupo EDP, assente no respeito e numa paz social entre todos os agentes, refletido no acordo coletivo de trabalho e em diversos atos de gestão com reflexos nos valiosos recursos humanos da companhia". A estrutura sindical manifesta também "esperança num constante crescimento, numa saudável relação com os parceiros sociais e no respeito por todos os instrumentos de regulação das relações de trabalho".

Os chineses da Three Gorges Corporation foram os escolhidos para a aquisição da participação pública de 21,35% na EDP, revelou hoje a Parpública em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobilários (CMVM).

Em comunicado ao regulador do mercado, a Parpública, empresa gestora de participações públicas, anunciou que "a referida alienação será efetuada pelo preço global de 2,69 mil milhões de euros, incorporando um prémio de 53,6% em relação ao preço de mercado no dia 21 de dezembro", em que a elétrica, liderada por António Mexia, fechou a valer 2,246 euros.
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Mais uma com as "maminhas" de fora?!
Este "sindicato" não tem qualquer representatividade na EDP. Aliás, nem se houve falar desta organização desde que defendeu há anos a privatização e a compra de acções da empresa pelos trabalhadores. Sindicatos mna EDP, há vários: o SINDEL (UGT) uma federação ligada à CGTP e, na zona de Lisboa, o mais importante, o SIESI, também ligado à CGTP. Há ainda uma pequena associação radicada em Coimbra, a ASOSI. Assim, o que o "Expresso" fez foi mais uma coisinha do género das "maminhas da locutora". Admito que muito conveniente...
Mais. Se quiser noticiar a opinião dos trabalhadores da empresa, pelo menos da Coordenadora das Comissões de Trabalhadores do Grupo EDP, pode ler o seu comunicado onde se lê o "mais veemente desacordo [...], pelo que ela constitui de venda prejudicial do património público nacional [...]. Colocando nas mãos do capital e do Estado chinês o comando desta empresa estratégica, o governo [entrega] de bandeja aos interesses estrangeiros uma empresa que regista lucros anuais superiores aos 1.000 milhões de euros. Os trabalhadores da EDP [...] repudiam desde já qualquer tentativa de lhes serem retirados direitos [...]. A CT manifesta-se ainda preocupada com o preço e qualidade da energia aos consumidores.
Está disponível, é só procurar. Ser jornalista e não papagaio (não se ofendem com isso?!)
Pois...Pois...Mas...
Compreende-se a aceitabilidade,dado que é sempre bom para os parolos ficar "bem na fotografia".

Só que os chineses são exigentes e estoicamente produtivos,logo,apesar de possivelmente terem aceitado a actual administração não devem concerteza estar a pensar "alimentar a pão de ló" quer a actual administração e/ou os vícios despesistas excessivos,improdutivos e descabidos da EDP.

Os abundantes recursos financeiros que a China investiu na EDP costaram-lhe muito a ganhar,por isso, é de esperar naturalmente que o despesismo corrupto e inútil seja muito mais regulado.

Talvez tivesse sido melhor para muitos que a EDP tivesse continuado a ser propriedade inalienável portuguesa...

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