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Shevchenko pendura chuteiras e dedica-se à política

O internacional ucraniano aderiu ao partido social-democrata "Em frente, Ucrânia!".
Lusa |
Andriy Shevchenko abandona o futebol aos 35 anos
Andriy Shevchenko abandona o futebol aos 35 anos / Nigel Roddis/Reuters

Andriy Shevchenko, conhecido futebolista internacional ucraniano, decidiu abandonar o desporto-rei e dedicar-se à política, aderindo ao partido "Em frente, Ucrânia!", informa hoje o sítio eletrónico oficial desta força política.

Na sexta-feira passada, depois do jogo da sua equipa, Dínamo de Kiev, contra o Goverla, o futebolista, 35 anos, anunciou que tinha decidido abandonar o desporto profissional.

No sábado, explicou a razão que o levou a aderir ao "Em frente, Ucrânia!" (social-democrata).


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Por faróis nunca dantes navegados

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O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

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Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Enquanto em Portugal houver doses massiças de
futebol o ultra liberalismo vai saindo victorioso. Entretanto o BPN lançou um sistema especial de criação de sociedades offshore à medida dos interesses dos jogadores de futebol.

Com esta estratégia, o banco, então liderado por José de Oliveira e Costa, não só atraía os capitais dos futebolistas, como também lhes colocava as suas fortunas no BPN Cayman, paraíso fiscal nas Caraíbas. Por esta via, as estrelas do futebol podiam rentabilizar o seu dinheiro sem pagarem impostos.

A revelação desta estratégia do BPN consta de um apenso do processo 43/09, que deu origem a uma segunda acusação do Ministério Público a Oliveira e Costa. O processo, que o CM consultou, indica que os documentos sobre a criação das offshores para os jogadores de futebol foram apreendidos numa busca realizada num armazém de arrumos, localizado em Rebordões, uma freguesia de Santo Tirso, na zona do Porto.

Entre inúmeras pastas com milhares de papéis, a equipa de investigadores, liderada pelo procurador Rosário Teixeira, encontrou vários "documentos de Francisco Sanches [ex-administrador do BPN] para o sr. presidente [Oliveira e Costa] referentes aos assuntos: offshores para jogadores diversos e subscrição do aumento de capital [da Sociedade Lusa de Negócios - SLN] por parte de jogadores a actuar no estrangeiro, datados, respectivamente, de 25/01/01 e 28/03/01".

No processo não há referência a nomes de futebolistas a quem o BPN terá criado paraísos ficais. Porque Será?

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Edição Diária 17.Abr.2014

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