26/05/2012 atualizado às 20:05

Sexo: Quando tudo o que vem à rede é peixe...

Desejo. Ânsia. Compulsão. Há quem tenha tido mais de cem parceiros sexuais num só ano. Mas poderá o sexo viciar? Venha daí conhecer casos em que o sexo falou mais alto... repetidamente.

Paula Cosme Pinto (www.expresso.pt)
18:30 Sábado, 24 de julho de 2010

"Por uma queca fazemos coisas inacreditáveis. Fica-se cego." Sérgio, 39 anos, sabe do que fala. Nos últimos três anos passaram pela sua cama mais de 200 mulheres. Altas, baixas, gordas, magras. No que toca ao sexo, não tem dúvidas quando fala da fase pós-divórcio: "É o vale tudo. Fica-se viciado na novidade. É o prazer momentâneo."

"Com o fim do casamento de dez anos, Sérgio viu-se "sozinho, afastado dos amigos, longe dos filhos, numa nova cidade e com necessidade de novos laços". A blogosfera foi a forma encontrada "para deitar tudo cá para fora". Inicialmente escrevia um blogue de desabafos sentimentais que acabou por "enveredar num cariz erótico e sexual". Começou a ser seguido por leitoras e daí ao primeiro encontro foi rápido: "Começas por manter o registo antigo e combinas um cafezinho. Mas quando te apercebes que a conversa no computador é 300 vezes mais rápida, vais direto ao assunto. Não há medo de rejeição. O flirt começa com umas simples reticências e termina na cama: Queres? Bora."

"Toda a gente já pagou para ter sexo"


Com o "ego recuperado", Sérgio foi encontrando mulheres com "a mesma compulsão sexual" e gosto pelo risco. "Estava com uma no Bairro Alto e ela atirou-me para cima de um carro. Enquanto outras pessoas passavam, começou a fazer-me sexo oral ali mesmo. Puxei de um cigarro e decidi desfrutar."

Entre o telemóvel e as redes sociais, todos os dias Sérgio organizava a agenda. Num só dia chegou a estar com três mulheres diferentes. "É sexo egoísta. Usas aquela pessoa como objeto do teu prazer." Embora garanta nunca ter pago a ninguém, tem uma visão prática: "Todos pagamos para ter sexo. Nem que seja os copos que lhes oferecemos."

Esta obsessão levou-o a falhar compromissos de família e a inventar reuniões para sair do escritório. "Percebi que estava a passar o limite quando já me fazia confusão passar um dia sem sexo. Nunca procurei ajuda mas tal como começou, a necessidade de novidade também se esgotou." Hoje vive um "namoro liberal", baseado no diálogo. Para trás ficam exageros, muitas vezes tidos sem meios contracetivos. "Acho que não voltarei a cair no mesmo".

Rita diz o mesmo. Depois de sete meses "a mascarar carências afetivas com vontade de sexo", a jovem de 26 anos garante que "prefere usar um vibrador" a repetir o comportamento de há dois anos.

"Nem sequer queria saber quem eles eram"


O "impulso" levava Rita a procurar situações de sedução. "Chegava a ter dois a três parceiros por semana. Por vezes repetia-os, mas não queria saber sequer quem eram ou como era a vida deles". Heterossexual, "mas com um pezinho na bissexualidade", a jovem envolveu-se com homens e mulheres, por vezes com várias pessoas ao mesmo tempo e invariavelmente levada pelo ímpeto: "Lembro-me de estar num bar com zona privada para quem quisesse ter sexo. Senti aquela vontade. Acabei a ter sexo oral com um homem que nunca tinha visto. A meio dei por mim a pensar que naquele momento tanto podia ser ele a estimular-me como um simples vibrador. Era tudo mecânico."

Rita conta que esta foi a forma encontrada para compensar a baixa auto-estima: "Sentia-me feia e mal-amada. Queria a envolvência, a conquista, mas quando chegava a 'hora H' nem sequer tinha vontade. Muitas vezes fingia os orgasmos."

Quando regressava a casa, "encontrava o mesmo silêncio e sensação de vazio". "Mais que desejo sexual, hoje sei que era desejo emocional. Masturbar-me não era solução."

Rogério diz o mesmo. "Podia masturbar-me, mas o verdadeiro desejo que sentia era pelo risco. Saber que estou a deixar-me levar sem pensar nas consequências." Homossexual assumido, agora com 30 anos, relembra a "longa fase de loucura compulsiva" que passou há oito anos. "Não queria saber o nome nem o número telefone. Queria apenas aquilo."

"Quanto mais sexo temos, mais queremos"


Desde engates de uma noite em discotecas, a "sexo combinado pela web com estranhos", Rogério fez de tudo. Tal como Sérgio, "muitas vezes faltou o preservativo". Conta que em Lisboa, além das míticas saunas gay e bares com o "quarto escuro", há ainda zonas onde se pode parar o carro e simplesmente "propor a quem está ao lado se quer dar uma queca". Rogério fê-lo. Por vezes "terminava, fumava um cigarro e agarrava no telemóvel para ligar a alguém com quem pudesse estar a seguir".

"É uma bola de neve. Quanto mais sexo temos, mais queremos." O álcool ajuda à "desinibição no momento", mas também pode potenciar sustos. "Estava muito bêbedo e fui a uma sauna. No dia seguinte um amigo contou-me que me ouviu a ter relações e que estava louco. Não me lembro de como fui para casa, nem muito menos de quem esteve comigo. Senti-me violado."

Este e outros sustos fizeram-no "repensar o comportamento", que se prolongava há mais de dois anos. Não procurou ajuda, mas admite que lhe custou "controlar a ânsia quando tinha horas livres e não estava na cama com ninguém". Hoje, assegura que está numa fase calma, em que "mais do que sexo quer partilha emocional". Não se arrepende, mas a verdade é que perdeu a conta a com quantos homens se envolveu até hoje.

Júlia diz o mesmo. Depois de um casamento de 16 anos terminado com uma traição, o sexo surgiu como "forma de vingança". "Comecei por dormir com um colega de trabalho e nunca mais parei."

"Desejo incontrolável" com sabor a vingança


A tristeza deu lugar a um "desejo incontrolável" e Júlia, na altura com 43 anos, deu por si com a vida de pernas para o ar. "Durante o dia trocava mensagens picantes com vários ao mesmo tempo. Dava-me prazer ver qual conseguia ser mais ousado." E se de dia o trabalho ia sendo posto de lado em prol do flirt, à noite a vida familiar também: "Cheguei a receber homens com os miúdos a dormirem e também a sair de casa de madrugada. Sabia que era inconsciência deixá-los sozinhos, mas não conseguia pôr travão."

As retomadas idas à discoteca "rendiam novas conquistas", principalmente homens "bem mais novos". Júlia, hoje com 46, ainda não voltou a "criar laços afetivos". "Tenho amigos coloridos, mas deixei de acreditar no amor. A independência ninguém ma tira."

Pedro Freitas, sexologista clínico, já ouviu o mesmo: "Há cada vez mais homens e mulheres que não estão dispostos a partilhar a vida com alguém. Têm vários amigos especiais com quem saem, com quem têm sexo, mas com quem dormem poucas vezes."

Adição sexual não é doença


Por mais que sejam os parceiros sexuais, o especialista garante que excesso de desejo não é uma patologia. "Já muito se falou de ninfomania e adição sexual, mas a realidade é que o desejo hiperativo não está designado em lado nenhum como doença." Contudo, esclarece: "A compulsão sexual é um sintoma de um problema, que tanto pode ser uma perturbação da personalidade ou doença psiquiátrica como uma lesão do lobo temporal."

Pedro Freitas salienta que "depois de uma rutura a extravasão é comum". De uma forma "mais ou menos saudável", em alturas de fragilidade emocional tenta-se "repor as perdas através dos ganhos" e o "sexo é uma forma substitutiva que faz parte deste ritual".

Assegurando que não existem estudos nem clínicas específicas para o vício do sexo, o sexologista não tem dúvidas quanto à mediatização de casos como Tiger Woods, que esteve em recuperação da compulsão sexual: "Os divórcios à americana doem. São milhões envolvidos. É mais fácil dizer que se está doente e acarretar a nomeação de uma doença simpática como as obsessivas compulsivas. Certamente deram-lhe um antidepressivo leve, ele está mais calmo e desejoso que a mulher não peça o divórcio."

Mas não menosprezando casos em que o sexo a mais pode ser um problema, avisa: "Devemos preocupar-nos quando não ter sexo diariamente se torna num fator de perturbação ao bem-estar. Quando se começa a falhar obrigações porque se está obsessivamente à procura de sexo, seja ele real ou em sites pornográficos, é altura de parar e pensar."

 

(Texto publicado na edição da revista Única de 24 de Julho de 2010)

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sou a rosa no sexo ocasional
Rosa Engeitada (seguir utilizador), 3 pontos (Divertido), 21:34 | Sábado, 24 de julho de 2010
para a minha formação sexual sigo sempre as orientações do senhor engenheiro e se primeiro era espanha espanha e depois brasil brasil e agora angola angola e em força e como estou na fase de estudar o sexo quando calha e à balda e portanto o que na escola chamam sexo ocasional e penso que vocês também deviam aprender e por isso vejam um dos videos que o meu primo asclepius que foi a angola com o senhor engenheiro e me trouxe
http://www.youtube.com/wa... e espero que gostem

                             
 
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Fosse o nosso PIB assim, e não havia deficit!
Runaldinho (seguir utilizador), 2 pontos , 19:35 | Sábado, 24 de julho de 2010
Quanto à Rita não posso pronunciar, por achar que a verosimilhança das suas histórias depende muito da ambição dela. Há mulheres que não querem ser secretárias a vida toda!
Quanto ao Sérgio, nem o “Zé Camarinha” seria capaz de tais feitos! É lógico que “Camarinha” era escritor, perdia portanto algum tempo com a prosa. Duzentas fulanas num só ano, é obra, mesmo que alguns possam ser travestis!
Já agora, convinha informar os mais distraídos, que quando "aquilo entra dobrado por falta de dureza, não conta duas vezes", só vale uma vez. É que alguns pensam que vale a dobrar, mas não!
Mentir é feio, mas quando falamos sexo, não podemos enquadrar as coisas desse modo. Afinal um homem "vale sempre menos do que aquilo que custa!" Somos uma espécie de "SMART"!
É um facto que aos mentirosos, cresce-lhes o nariz, e se o crescimento for perfeito, passamos a ter dois "objectos" fálicos agregados ao corpo humano. Se ambos tiverem sucesso nas investidas sexuais, talvez assim, mas só dessa forma, um gajo possa "chegar" a estes números!
Fosse o nosso PIB assim, e não havia deficit!
 
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batatinhas cozidas
foxstreet (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 23:02 | Sábado, 24 de julho de 2010
muintos destes humanos (despresiveis)são filhos dos batatinhas cozidas e pior! são pessimos alunos do capitão roby mentirosos compulsivos vaidosos,maior parte deles falsos filhos da linha vieram da santa terrinha ondes os pais prometeram ao patronato serem maquinas e maltratarem as suas esposas em casa com a ambição de fazerem uma vivendaseza na terrinha e esqueçer um passado de fustrações á pala se agradarem ao chefe de repartição com presuntos e queijos,carradas isso sim carradas de mentiras façeis de observar num relançe mais observador da questão com sensibilidade é isso que falta a estas pessoas,os tais batatinhas cozidas,trabalho casa casa trabalho fazem muinto sexo mas é de lingua a bater nos dentes!!!
 
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Sexo sem Amor...
Mukany (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 15:54 | Domingo, 25 de julho de 2010

Todos as angústia sexuais ocorrem devido a relação sexual com o parceiro errado: o indivíduo terá sempre “Desejo. Ânsia. Compulsão”... E, terá milhares de parceiros sexuais e nunca sentir-se-á realizado enquanto não encontrar o seu parceiro ideal, que não é do mesmo sexo!...

Por favor, ajudem o senhor Paulo Pedroso a encontrar uma mulher que o realize sexualmente, pois ele está muito desequilibrado!...

 
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    Sexo sem Amor...    Ver comentário
Frei Emílio (seguir utilizador), 1 ponto , 18:02 | Domingo, 25 de julho de 2010
Ocasional?
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:15 | Domingo, 25 de julho de 2010
Basta ter este governo para o termos constante.
E é com cada martelada!
 
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Adições
Leiki (seguir utilizador), 1 ponto , 19:22 | Sábado, 24 de julho de 2010
A adição sexual é idêntica á adição em chocolates, bebidas, comidas, desporto, etc. Tudo o que provoque a libertação de endorfinas.
 
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Fiquei a saber que há e deve ser legal
Entrelinhas (seguir utilizador), 1 ponto , 22:52 | Sábado, 24 de julho de 2010
Bares com zona privada para quem quiser ter sexo e bares com o "quarto escuro"
 
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Mais do mesmo
Frei Emílio (seguir utilizador), 1 ponto , 0:20 | Domingo, 25 de julho de 2010
Sempre as mesmas tretas.
Eles por norma, referem que tiveram 5 vezes mais parceiras do que as que na verdade tiveram.
Elas, precisamente o contrário.
Acresce dizer que todos e todas que conheço e que se entregaram a esta devassidão, estão apanhadinhos da pinha e com graves problemas de saúde. Fisica, mas acima de tudo, psiquica.
Isto sinceramente, já nem notícia devia ser.
 
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UMA ABORDAGEM ACTUAL DE ILUSÓRIAS OPÇÕES
Mestre.Dominador (seguir utilizador), 1 ponto , 5:16 | Domingo, 25 de julho de 2010
O Expresso tem vindo a abordar, em termos descritivos e analíticos, um conjunto de condutas e de ilusórias opções que, sucintamente, remetem para a sexualidade, tomada de um prisma individual e vertendo-a para comportamentos de grupos que se tentam identificar. Parece-me uma opção editorial correcta, sobretudo porque a esta abordagem não acrescem juízos de valor que tenderiam a criar ambientes estigmatizantes. No entanto e sem prejuízo desta última ressalva, parece-me que as reportagens e artigos que vêm formando esta tendência editorial ficariam enriquecidos se fosse ensaiada uma aproximação mais profunda e, talvez, conclusiva no que diz respeito à origem dos comportamentos, bem como às suas consequências, individuais e sociais - claro está que, para este efeito, seria necessário um suporte, prévio, de conhecimento mais substantivo e contextualizado dos mediadores das realidades descritas e analisadas.

Para o artigo em presença seriam, invariavelmente, necessários mais dos que os 1500 caracteres disponíveis para a produção destes comentários. No entanto, sempre se poderá afirmar que o fenómeno apreciado que regista uma aparente disfunção da sexualidade, retratada na primeira pessoa, através dos vários testemunhos citados, deve ser interpretado no seu devido contexto, ou seja, pelas causas, de carácter emocional e afectivo, que convergem para o desencadear de condutas excessivas e que se manifestam pela necessidade de uma satisfação sexual permanente e «indiscriminada».
 
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Vamos em direcção ao abismo
Acanto (seguir utilizador), 1 ponto , 14:11 | Domingo, 25 de julho de 2010
Na decadência as sociedades tornam-se hedonistas
 
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Ah..pois é!!!
ALADINO456 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:11 | Domingo, 25 de julho de 2010
Os que negam que passos do artigo sejam basófia falam (escrevem) com o desconhecimento que têm, e baseados nos seus principios de vivência. Por experiência própria acredito na RosaEngeitada e em um ou outro comentário posto. Vivi e partilhei sexo com 61 mulheres (sempre guardei os seus contactos), sem nunca pagar por isso, e sei que, na quase totalidade, acabou também por constituir para elas um up grade na sua auto estima e sensação de bem estar, tal como a mim. Ah! e isto não implica que se tenha de ter menos idade...nada disso!
Quando se partilham momentos de vida de comum acordo, de forma agradável, não resta apenas depois a recordação desses bons instantes, mas pode inclusivamente permanecer uma amizade cumplice que nos acompanha. Por tudo isto quem vive noutra realidade evite falar do que desconhece...

Por i
 
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Sexo?
Tito D'alva (seguir utilizador), 1 ponto , 20:53 | Domingo, 25 de julho de 2010
Só quem esta bem, consigo mesmo, consegue falar das suas experiencias e vivencias, porque de contrario… Só auto-promoção (ou produção)…
 
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*****
CONTROL (seguir utilizador), 1 ponto , 21:58 | Domingo, 25 de julho de 2010
olha está porreiro sou como voçes ehehheh :D
 
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A melhor de sempre.
88dabulota (seguir utilizador), 1 ponto , 23:49 | Domingo, 25 de julho de 2010
O melhor momento de sexo que todos nos timvemos na vida foi-no dada pelo Pinóquio , quem havia de dizer um neutro transformou-se num garanhão das nossa economias que nos deixa murchos sem nada nas bolsas .Já há muitos anos que digo que me andam a f ... mas como esta criatura , nunca tinha sido tão grande e diz que ainda há mais , apesar da ecom«nomia estar excelente . Se ao menos pensasse como aconteceu com Zapatero , que acordou com uma ideia luminosa e viu que isto está mesmo mau. Aí murchavam todos.
 
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Racionais?
estudanteatento (seguir utilizador), 1 ponto , 16:51 | Domingo, 1 de agosto de 2010
Se nem os nossos instintos básicos conseguimos controlar, como podemos considerarmo-nos superiores aos outros seres vivos? Ser racional é não fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós, isso sim é racionalidade...
 
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