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Sexo: os portugueses falam muito, mas fazem pouco

O Expresso publica na Revista de sábado, 15, os primeiros resultados do maior inquérito na imprensa nacional ao sexo dos portugueses. Para começar: não praticam muito nem são muito criativos. Mas estão satisfeitos.
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Sabia que os algarvios são quem tem mais desejo sexual e quem melhor avalia o seu desempenho e o dos seus parceiros? Que os sportinguistas são os que revelam menos vontade de ter sexo, por contraste com os portistas? Que quem fuma, e também quem bebe, tem uma vida sexual mais ativa do que quem prefere manter-se longe dos vícios? E imaginava que 35% dos portugueses que se consideram politicamente de direita não tiveram sexo no último ano? Se cora só de imaginar dois corpos entrelaçados, prepare-se: vamos falar de sexo. Hoje, na Revista, analisamos os primeiros resultados do extenso inquérito realizado pelo Expresso sobre a vida sexual dos portugueses. Como são afinal na cama (e fora dela)? As respostas surpreendem em muitos casos, preocupam noutros, denunciam, por vezes, curiosidades regionais ou até clubísticas, mas confirmam uma realidade: apesar da revolução sexual ocorrida nas últimas décadas, que aproximou os comportamentos dos homens e das mulheres, subsistem ainda importantes diferenças de género na hora dos portugueses se entregarem ao prazer.


Um inquérito inédito

Para a elaboração das 100 perguntas do inquérito foi pedida a colaboração de quatro especialistas: o psiquiatra Júlio Machado Vaz, a psicóloga Ana Carvalheira, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica, e os sociólogos Pedro Moura Ferreira e Sofia Aboim, do Instituto de Ciências Socais (ICS) da Universidade de Lisboa - estes dois últimos participaram em 2007 num grande inquérito sobre o comportamento sexual dos portugueses. Cada um dos quatro consultores reviu o esboço inicial do questionário, preparado pela equipa da Revista e pela empresa de estudos de mercado GfK, sugeriu retificações, propôs a inclusão de novas perguntas e colaborou na interpretação dos resultados.

O inquérito foi estruturado em quatro grandes áreas. A primeira, que dissecamos nesta edição, mais centrada na prática sexual, em termos de frequência, iniciação, número de parceiros, satisfação, desempenho e orientação sexual, etc. A segunda (dia 22) relaciona a sexualidade com a saúde e o bem-estar do indivíduo, e propõe uma incursão no mundo das fantasias eróticas. A terceira parte aborda o fenómeno da infidelidade (dia 29) e a quarta as intrincadas relações entre o sexo e a internet (dia 5 de outubro).

O inquérito foi realizado pela GfK a uma amostra representativa da população portuguesa. Foram inquiridos 1220 indivíduos com 18 anos ou mais, residentes em Portugal continental. Além das 100 questões sobre a vida sexual, foram colocadas outras que permitiram traçar o perfil dos inquiridos segundo diversos indicadores demográficos (sexo, idade, região, estatuto social); elementos de caracterização como a orientação sexual; e outros elementos como o consumo de bebidas alcoólicas, hábitos tabágicos ou orientação política. A informação foi recolhida através de um questionário de autopreenchimento, depositado numa urna fechada. Os trabalhos de campo decorreram entre os dias 10 e 21 de agosto, com recolha entre as 18 e as 21h durante a semana, e durante todo o dia nos fins de semana. A taxa de participação foi de 56,2%.



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Já não há missionários!
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A Metafísica do Sexo
Nesta área, de uma maneira aparentemente paradoxal, a Natureza Humana ostenta uma das suas muitas imperfeições ou "defeitos de fabrico", se quisermos.

E isto porquê? Porque aquilo que devia ser um acto derivado da liberdade, a natureza arranjou um constrangimento chamado "desejo sexual"!

E assim em vez do acto ser livre, deriva do constante emurrão dado pelo desejo, que não mostra qualquer respeito pela liberdade individual.

Eu como ou não como laranjas quando me apetece. Se um supermercado me "assediasse" todos os dias a comprar laranjas, eu certamente deixaria de frequentá-lo.

Claro que alguém me dirá que esse desejo não é compulsivo a não ser nas variantes patológicas. Certo, mas ele está lá sempre a sugerir-nos que façamos o que ele quer sem nos perguntar o que nós prefeririamos.

Tenho que concordar que numa natureza mortal ele faz todo o sentido, por isso é que não faz nenhum sentido em Cristo, pois a sua natureza é imortal.

Re: A Metafísica do Sexo
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Mentira
Re: A Metafísica do Sexo
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Disse entropia?
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Re: A Metafísica do Sexo
Re: A Metafísica do Sexo
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Re: A Metafísica do Sexo
Re: A Metafísica do Sexo
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Re: A Metafísica do Sexo
De acordo
Re: A Metafísica do Sexo
Re: A Metafísica do Sexo
Tá tudo louco?
Re: A Metafísica do Sexo
Re: A Metafísica do Sexo
Re: A Metafísica do Sexo
Re: A Metafísica do Sexo
Re: A Metafísica do Sexo
Re: A Metafísica do Sexo
Sexo: os portugueses falam, falam, como políticos
« Sexo: os portugueses falam muito, mas fazem pouco »

Os portugueses estão a imitar os políticos...

Se assim continuar, nem o S. Viagra vai ajudar...

isto é informação?
À falta de melhor e do lambe-botas dos jornaslistas portugueses ao governo atiram-nos com este simulacro de estudo.
Imagine-se os sportinguistas F****** pouco e os portistas muito.
Ao que chegámos
Re: isto é informação?
Lindo...
"...Imaginava que 35% dos portugueses que se consideram politicamente de direita não tiveram sexo no último?"

Está explicado!
Re: Lindo...
A mulher do Nelson Marques é ao contrário
Faz muito e fala pouco
Nada de novo.
Falar muito e fazer pouco, está em consonância com a personalidade do português em todas as actividades.
culpa de que???
verdade se diga que as portuguesas deixam muito a desejar!!!
a maioria não liga patavina ao sexo...e quando o faz é como se fosse uma obrigação!
muitas não se "produzem" parecem "tractores" não se arranjam, não mostrar o seu lado feminino, passam despercebidas na rua.."há excepções claro" mas infelizmente a mulher portuguesa não é como a italiana, a francesa, a inglesa ou a brasileira..
é o que temos......
Re: culpa de que???
Re: culpa de que???
Re: culpa de que???
Re: culpa de que???
Re: culpa de que???
Re: culpa de que???
Re: culpa de que???
Re: culpa de que???
Falam muito e fazem pouco
Agora está explicado porque a população portuguesa está decrescendo assustadoramente.
Muita parra pouca uva
Não sou de intrigas mas parece-me q este estudo parece concluir q os homens portuguese em matéria de sexo são sobretudo bons a dar à lingua.
Adorei!
Muito bom este artigo... e ler a "discussão" sexual dos comentadores denota-se bem as estatísticas feitas.
Até sexualmente somos um povo apático!
Re: Adorei!
Re: Sexo: os portugueses falam muito, mas fazem po
Até os graficos "das posições sexuais" são do século passado, quanto mais a mentalidade do Português na cama!

E muitas das posições representadas, há muito que estão fora de moda!
Até a avóxinha tem mais creatividade que os autores desta bosta para entretenimento de ignorantes...
Duas observações:
Depois de ler o artigo, apenas tenho dois comentários:

O primeiro é o grande orgulho que tenho em ser ALGARVIO !

O segundo é que (o resto dos) portugueses até no sexo são como no resto das outras coisas: falam muito mais do que fazem .....
"Sexo? Nunca! Somos Britânicos!" Lembram-se?
Bem,está visto que que para o inquérito no Algarve,só entrevistaram o Zé Camarinha!Quanto aos Sportinguistas,também não admira...Mas está realmente um inquérito muito incomplecto...Então,padres,pedófilos,transsexuais,e gente que já percebeu que a população,o melhor que tem a fazer,é deixar acontecer a extinção,até o déficit ser anulado,não foram ouvidos?!...Francamente,havia mesmo "nexexidade"...
"cão que ladra..."
sinceramente não é novidade nenhuma!ao ler-se a maioria dos comentàrios que por aqui aparecem todos os dias...,sempre os maiores! é o retrato do paìs.
Comentários 71 Comentar

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