6
Anterior
Produtores de fruta querem exportar €1000 milhões
Seguinte
Ministra da Agricultura anuncia investimento de 411 milhões
Página Inicial   >  Economia  >  Agricultura  >   Seca: animais podem morrer à fome

Seca: animais podem morrer à fome

O relato dramático de quem enfrenta diariamente, no Alentejo, a falta de comida e água para alimentar os animais. O verão pode ser trágico e alguns animais poderão não resistir à seca. Reportagem também na edição de sábado do Expresso.

Opinião


Multimédia

E que tal uma canjinha de pato?

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione com esta nova receita.

Os assassínios, as execuções, as decapitações são as imagens mais chocantes de uma propaganda cada vez mais sofisticada. É a Jihad, que recruta guerrilheiros no ocidente para matar e morrer na Síria. O Expresso seguiu as pisadas de cinco jiadistas portugueses, mostrando quem são e como foram convertidos e radicalizados. E como lutam, como foram morrer - e como já haverá arrependidos com medo de fugir. Reportagem em Londres, no café onde viam jogos de futebol, na universidade onde estudavam e na mesquita onde rezavam. Autoridades e especialistas em terrorismo estão alerta sobre este pequeno mas perigoso grupo, onde corre sangue português - e de onde escorre sangue por Alá.

Desfile de vedetas

Saiba tudo sobre os modelos concorrentes ao Carro do Ano 2015/Troféu Essilor Volante de Cristal. Conheça o essencial sobre os 20 automóveis participantes nesta iniciativa, da estética, às características técnicas, do preço ao consumo. A apresentação ficará completa no dia 3 de janeiro.

Elvis. Gostamos ou não gostamos?

Ele não é consensual, mas é incontornável. Dispunha de penteado majestoso e patilha marota, aparentava olhar matador e pose atrevida. E deixou canções: umas fáceis e outras nem tanto, por vezes previsíveis e às vezes inesperadas, ora gentis ora aceleradas. E ele, Elvis, nasceu em janeiro de 1934 - há precisamente 40 anos, ao oitavo dia. Temos quatro textos sobre o artista: Nicolau Santos, Rui Gustavo, Nicolau Pais e João Cândido da Silva explicam o que apreciam, o que toleram e o que não suportam.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Piza de manga com estragão e canela

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Desacelerámos a realidade para observar a euforia da liberdade

Ela, Jacarandá, é algarvia. Ele, Katmandu, é espanhol. São linces e agora experimentam a responsabilidade da liberdade: foram soltos esta terça-feira numa herdade alentejana, próxima de Mértola, eles que saíram de centros de reprodução em cativeiro. Foi inédito: nunca tinha acontecido algo assim em Portugal. Estivemos lá e ensaiámos o slow motion.

Desaparecidos para sempre no Mar do Norte

O dia 15 de novembro já foi feriado, há 90 anos. A razão foi o desaparecimento de Sacadura Cabral algures no Mar do Norte. Depois de fazer mais de oito mil quilómetros de Lisboa ao Rio de Janeiro, o aviador pioneiro não conseguiu completar o voo entre a cidade holandesa de Amesterdão e a capital portuguesa. Ainda hoje, não se sabe o que aconteceu ao companheiro de Gago Coutinho e tio-avô de Paulo Portas, a quem o Expresso pediu um sms.

Os muros do mundo

Novembro relembrou-nos os muros que caem, mas também os que permanecem e os que se expandem. Berlim aproximou-se de si própria há 25 anos, mas há muros que continuam a desaproximar. Esta é a história de sete deles - diferentes, imprevisíveis, estranhos.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Terror religioso está a aumentar

Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?


Comentários 6 Comentar
ordenar por:
mais votados
Infelizmente....


não só os animais...

e as pessoas??????????????????????????????????

Neste laranjal fica mais barato morrer do que viver...(sobreviver)
Que seca, não sejam piegas !!

Então a nossa Cristas, especialista em gravatas, não disse que tinha Fé !!??

Se faltam tinteiros nos tribunais, compressas nos hospitais, gasolina para os carros dos bombeiros e as listas de espera nos hospitais voltam a ter a lombada da lista de telefones de Lisboa, porque não faltaria feno para os animais !?!

Não sejam piegas, emigrem !!
Só estranha a situação de seca...
...quem nunca estudou a História da Agricultura em Portugal.

Sempre ocorreram períodos de seca na Península Ibérica que causavam fomes periódicas,especialmente quando as populações mouras foram sendo substituídas pelos colonos do Norte da Europa que não dominavam a gestão da água e as técnicas de rega utilizadas pelos mouros.Associado ao decréscimo da produção agricola surgiam as fomes e as doenças e epidemias que dizimavam a população europeia,como a Peste Negra, no século XIV.

A seca acaba por ser não só originada pela carência de chuva,mas principalmente pelo abandono do meio rural,pela falta de investimento em infraestruturas de captação,armazenamento e distribuição da água e pela falta de fixação das populações no meio rural,tal qual ocorreu no passado.

Mas claro está que para prevenir casos futuros os nossos políticos deveriam ter estudado a História.
Aqui não há culpas
nem de Passos, nem de Relvas, nem de Portas. Simplesmente não chove e em periodo de carência a que a europa nos condenou, dificil será valer a estes sedentos animais alentejanos.
Mas porque na realidade todas as responsabilidades devem ser apuradas, podemos perguntar se na realidade a culpa não será de Socrates que não amealhou no passado o suficiente, para poder valer às vacas alentejanas no presente ?
Dirão os amigos de Socrates, " não sendo este adivinho, como poderia ter suspeitado que no ano de 2012, além de um orçamento de seca, teriamos também uma seca real ?
"LASTIMÁVEL"
A ministra em vez de orar,devia ter pedido a ajuda mais cedo.Nunca se resolve nada com ideias fundamentalistas,tem que se pisar o terreno ao lado de quem lá trabalha e fazer comunhão de esforços com os agricultores...
deixá-los morrer é mais facil...
Comentários 6 Comentar

Últimas

Ver mais
Receba a nova Newsletter
Ver Exemplo

Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador

PUBLICIDADE

Pub