6
Anterior
Produtores de fruta querem exportar €1000 milhões
Seguinte
Ministra da Agricultura anuncia investimento de 411 milhões
Página Inicial   >  Economia  >  Agricultura  >   Seca: animais podem morrer à fome

Seca: animais podem morrer à fome

O relato dramático de quem enfrenta diariamente, no Alentejo, a falta de comida e água para alimentar os animais. O verão pode ser trágico e alguns animais poderão não resistir à seca. Reportagem também na edição de sábado do Expresso.

Opinião


Multimédia

Cheesecake com manjericão e doce de tomate

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 6 Comentar
ordenar por:
mais votados
Infelizmente....


não só os animais...

e as pessoas??????????????????????????????????

Neste laranjal fica mais barato morrer do que viver...(sobreviver)
Que seca, não sejam piegas !!

Então a nossa Cristas, especialista em gravatas, não disse que tinha Fé !!??

Se faltam tinteiros nos tribunais, compressas nos hospitais, gasolina para os carros dos bombeiros e as listas de espera nos hospitais voltam a ter a lombada da lista de telefones de Lisboa, porque não faltaria feno para os animais !?!

Não sejam piegas, emigrem !!
Só estranha a situação de seca...
...quem nunca estudou a História da Agricultura em Portugal.

Sempre ocorreram períodos de seca na Península Ibérica que causavam fomes periódicas,especialmente quando as populações mouras foram sendo substituídas pelos colonos do Norte da Europa que não dominavam a gestão da água e as técnicas de rega utilizadas pelos mouros.Associado ao decréscimo da produção agricola surgiam as fomes e as doenças e epidemias que dizimavam a população europeia,como a Peste Negra, no século XIV.

A seca acaba por ser não só originada pela carência de chuva,mas principalmente pelo abandono do meio rural,pela falta de investimento em infraestruturas de captação,armazenamento e distribuição da água e pela falta de fixação das populações no meio rural,tal qual ocorreu no passado.

Mas claro está que para prevenir casos futuros os nossos políticos deveriam ter estudado a História.
Aqui não há culpas
nem de Passos, nem de Relvas, nem de Portas. Simplesmente não chove e em periodo de carência a que a europa nos condenou, dificil será valer a estes sedentos animais alentejanos.
Mas porque na realidade todas as responsabilidades devem ser apuradas, podemos perguntar se na realidade a culpa não será de Socrates que não amealhou no passado o suficiente, para poder valer às vacas alentejanas no presente ?
Dirão os amigos de Socrates, " não sendo este adivinho, como poderia ter suspeitado que no ano de 2012, além de um orçamento de seca, teriamos também uma seca real ?
"LASTIMÁVEL"
A ministra em vez de orar,devia ter pedido a ajuda mais cedo.Nunca se resolve nada com ideias fundamentalistas,tem que se pisar o terreno ao lado de quem lá trabalha e fazer comunhão de esforços com os agricultores...
deixá-los morrer é mais facil...
Comentários 6 Comentar

Últimas

Ver mais

Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador
PUBLICIDADE

Pub