Marcelo fez um discurso muito duro contra José Sócrates e aproveitou isso para deixar claro que não gosta de Pedro Passos Coelho. Sem nunca referir o nome de Passos, Marcelo deixou indirectas claras e até violentas. Disse, entre outras coisas, que a política precisa de pessoas com carreira profissional, "gente que tenha trabalhado, que possa explicar o património que tem e de onde veio". Apesar disto não disse se apoiava Rangel ou Aguiar Branco...
Marcelo foi muito claro no rumo político que defende para o partido: não entrar em aventuras ou crises prematuras (ou seja, não deixar o governo abaixo agora) e procurar uma solução de governo que "possa dar a volta a Portugal".
Marcelo defende que o PSD trabalhe para "liderar uma maioria absoluta" em que, naturalmente, e sem o dizer, inclui o CDS.
O PSD aplaudiu e mostro que tem saudades de Marcelo. O partido não ouvia um discurso com esta qualidade e bom senso há algum tempo.