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Sair da zona euro seria um desastre

Comentário de Ana Sofia Santos, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC Notícias. Em análise o custo para Portugal de deixar a moeda única, o novo empréstimo de 115 mil milhões de euros do BCE aos bancos europeus e o aumento do preço do pão.


Opinião


Multimédia

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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A nossa saída do euro não tem que ser dramática
A saírmos pelo nosso pé do euro neste momento é impossível , já que seríamos boicotados pelos nossos parceiros europeus.
Logo a saírmos tería que ser com o acordo dos outros parceiros europeus , ou por uma situação de emergência como um colapso do euro ou a bancarrota efectiva de Portugal.

A acordar-se a saída , tentaria resolver-se o problema da dívida da melhor maneira fazendo uma reestruturação da mesma , para lançarmos depois a nova moeda que devido ao ouro que ainda temos no banco de Portugal poderia ser segurada aquando do lançamento , bastava por exemplo indexá-la ao padrão ouro e certamente haveria uma concertação a nível dos bancos centrais para segurar a nova moeda.
Acontecendo isso , não acredito num cenário de grande desvalorização , mais do que é necessário , para a nossa economia fazer o verdadeiro ajustamento que precisa que é reduzir os sectores que vivem artificialmente à sombra do euro e das taxas de juro baixas , os sectores dependentes de fortes importações , para assim ao diminuirmos as importações passarmos outra vez a ter uma economia mais competitiva e esta virar-se outra vez para a produção nacional , como a agricultura e industria e termos novamente uma economia a crescer.

No caso de haver default , as perdas serão automáticas para os nossos credores , logo seria de aproveitar a onda para se saír do euro.

A nossa saída do euro não tem que ser forçosamente dramática , é sim a nossa situação actual e dentro do euro , que só tende a piorar.
Fora do Euro
O desastre está mais perto do que se pensa se não se corrigir o rumo da politica monetária e de gestão das dívidas soberanas dos estados membros periféricos como Grécia Irlanda e Portugal...
Mais inflação, mais desemprego, mais perda de nível de vida, devastadora desvalorização de activos e aumento significativo da dívida externa que continuaria denominada em euros...
Também há quem defenda a solução euro I para "cumpridores" e euro II para "incumpridores" ou com economias mais débeis, com uma taxa de câmbio definida e flutuante no tempo. Duvido que seja uma solução execuível.
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Edição Diária 17.Abr.2014

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