26/05/2012 atualizado às 20:05

Saiba porque deve subir a bordo do "28"

Livro "Eléctrico 28 - Uma Viagem na História" desvenda segredos de Lisboa a partir de uma rota emblemática nos centenários carris. Entrámos nesta máquina do tempo.

Raquel Pinto (www.expresso.pt)
9:00 Domingo, 10 de outubro de 2010

Praça Luís de Camões. Este foi o ponto de partida para uma conversa com Nysse Arruda, jornalista brasileira a viver em Portugal há 19 anos, a propósito do lançamento do seu livro "Eléctrico 28 - Uma Viagem na História".

Em co-autoria com o prestigiado designer português Henrique Cayatte, que produziu a capa, e a fotógrafa Clara Azevedo, o livro narra a história de Lisboa, as suas praças e monumentos, mas também revela muitos segredos das suas ruelas estreitas e íngremes através de um percurso peculiar no "28".

O Expresso subiu a bordo desta máquina do tempo, de pintura amarela inconfundível, janelas abertas e interior forrado a madeira e napa, que parece ter saído de um filme.

O trajeto dura 37 minutos e estende-se entre Campo de Ourique (Prazeres) atravessando a Estrela, São Bento, Calçada do Combro, Praça Luís de Camões, Chiado, Baixa, Sé, Graça até chegar ao Martim Moniz, o seu destino final (ou ponto de partida dependendo de onde se decide embarcar).

Trata-se de "uma singela homenagem a Lisboa, esta maravilhosa cidade de luz e cor, de colinas e miradouros (...) mas também "um elogio a um dos ícones desta cidade", escreve Nysse Arruda. "É no balouçar sobre os centenários carris que os grandes vultos de Portugal ganham vida outra vez" e "as mais variadas gentes se encontram, recuperando a secular vocação multicultural de Lisboa".

"Eléctrico 28 - Uma Viagem na História" custa €27. Conta ainda com uma edição bilingue (inglês), sendo o primeiro registo de uma coleção da Imprensa Nacional-Casa da Moeda sobre as belezas de Lisboa.

É possível explorar a alma da capital, os seus cheiros e sabores, subindo e descendo do "28" quantas vezes quiser, durante todo o dia. O preço do bilhete é de €3,75. Para mais informações: http://www.carris.pt .




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José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 15:15 | Domingo, 10 de outubro de 2010
A Câmara Municipal de Lisboa diz querer uma nova rede rápida de metropolitano ligeiro de superfície para servir zonas da capital que actualmente não dispõem de sistema de transporte. O objectivo está consubstanciado no Plano Director Municipal (PDM), apresentado no dia 23 de Setembro.
A autarquia pretende que a nova rede de metropolitano ligeiro de superfície estabeleça a ligação entre Algés e Praça da Figueira, Cais Sodré – Parque das Nações, Falagueira – Santa Apolónia e Alta de Lisboa – Entrecampos.
O novo PDM propõe ainda a criação de um anel na rede do Metropolitano de Lisboa, fundindo as linhas Verde e Amarelo. Outra ideia avançada pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, consiste na reconversão da Segunda Circular numa alameda urbana para retirar veículos da cidade. Para o efeito estão a ser efectuados estudos por um organismo norte-americano.

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Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 17:10 | Domingo, 10 de outubro de 2010
Mas este não é o verdadeiro trajecto...
CV990 (seguir utilizador), 1 ponto , 10:23 | Domingo, 10 de outubro de 2010
da carreira Nº 28!!! No início do Verão de 1985 andei semanas a fio nesta carreira, estava com exame marcado a Filosofia e resolvi aproveitar o longo trajecto deste eléctrico, os dias solarengos e o poder abrir totalmente as janelas, para ir estudando. Se agora o Nº 28 demora "apenas 37 minutos" na altura demorava pelo menos mais de 1 hora. Podia-se começar na Rua da Alfândega ou no Largo do Carmo, e o trajecto era o seguinte - do Largo do Carmo por exemplo - subida passando pela Cervejaria Trindade, entrava-se na Rua da Escola Politécnica junto à Santa Casa da Misericordia, depois até ao Largo do Rato, subida até às Amoreiras, continuação pela Rua Conselheiro Fernando Pedrosa até apanharmos a Rua Marquês da Fronteira, passagem junto à Penitênciária de Lisboa, alto do Parque Eduardo VII e descida até entrarmos na Av. Duque de Ávila, atravessávamos a Av. da Républica, Arco do Cego, Técnico, descida pela Rua António Pereira Carrilho, atravessávamos a Praça do Chile e subida da Rua Morais Soares até à Praça Paiva Couceiro e cemitério Alto de São João, depois descida pela Av. Afonso III até apanharmos a Calçada da Cruz da Pedra, depois seguíamos junto à linha do comboio até Sta Apolónia e finalmente a Rua da Alfândega onde o fim da linha era no Campo das Cebolas em frente à Casa dos Bicos, esse sim, era o belo trajecto do Nº 28!!! E no fim, fiz o exame de Filosofia e dispensei da Prova Oral!!!
 
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    Re: Mas este é o verdadeiro trajecto...    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 10:55 | Domingo, 10 de outubro de 2010
    Re: Mas este é o verdadeiro trajecto...    Ver comentário
gaivota 49 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:51 | Domingo, 10 de outubro de 2010
    Re: Mas este é o verdadeiro trajecto...    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 14:39 | Domingo, 10 de outubro de 2010
    Re: Mas este é o verdadeiro trajecto...    Ver comentário
gaivota 49 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:39 | Domingo, 10 de outubro de 2010
    Re: Mas este é o verdadeiro trajecto...    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 16:40 | Quarta feira, 13 de outubro de 2010
    Re: Mas este é o verdadeiro trajecto...    Ver comentário
gaivota 49 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:20 | Quarta feira, 13 de outubro de 2010
    Re: Mas este é o verdadeiro trajecto...    Ver comentário
José Telhado (seguir utilizador), 2 pontos , 18:26 | Quarta feira, 13 de outubro de 2010
    Erro meu...já passaram tantos anos.    Ver comentário
CV990 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:33 | Domingo, 10 de outubro de 2010
Carreira do 28
Buzian (seguir utilizador), 1 ponto , 12:48 | Domingo, 10 de outubro de 2010
Esta linha de eléctrico é simplesmente linda! Morei durante muitos anos na Graça e usava esta linha com frequência. É certo que para quem está apressado, não é conveniente apanhar este eléctrico, mas para quem está a passeio é maravilhoso. Recomendo sempre aos meus amigos estrangeiros este passeio, pois vale a pena. Espero que a Carris mantenha sempre esta linha.
 
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Carreira 28
Leiki (seguir utilizador), 1 ponto , 12:50 | Domingo, 10 de outubro de 2010
Também serve e muito bem, para assistirmos ás actuações dos/das carteiristas nesta famosa rota dos eléctricos lisboetas. Quiçá, poderemos também ter a honra de sermos alvo das suas qualidades surripiantes.
Bem os vejo todos os dias, á hora de almoço, quando passo pela Rua da Prata, sigo pela transversal até á rua de São Mamede aonde almoço. Ali estão, nas paragens, sempre com os mesmos mapas já carcomidos, fingindo~se de turistas. Um romantismo.
 
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