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Rostos indignados em Espanha

Em Madrid, polícia e manifestantes começaram o protesto do mesmo lado, mas acabaram em confrontos. Javier Bardem foi um rosto conhecido entre as gentes que expressaram descontentamento face à austeridade por toda a Espanha.
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Em Madrid, os protestos começaram pacíficos, mas descambaram em violência. 26 pessoas ficaram feridas, seis dos quais necessitaram de receber assistência hospitalar, 15 foram detidas, entre as quais um bombeiro, segundo refere o "El Pais",


Após mais de uma semana de protestos, as manifestações contra as medidas de austeridade em Espanha ganharam quinta-feira maior amplitude, com os protestos a estenderem-se a 80 cidades, dos mais diversos pontos do país

Madrid e Barcelona foram os pontos de maior tensão. Na capital espanhola, a polícia, que havia começado por expressar a sua solidariedade para com os manifestantes, acabou por intervir após a meia-noite, chegando mesmo a disparar balas de borracha na área circundante da Puerta del Sol para dispersar os manifestantes que lançaram garrafas e outros objetos contra as autoridades.

Cerca de 120 polícias bloquearam o acesso dos manifestantes ao congresso.

Os organizadores referem que cerca de 800 mil pessoas participaram no protesto de Madrid, mas segundo as estimativas do "El Pais", a adesão ter-se-á situado na ordem das 100 mil.




Opinião


Multimédia

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Geração Z

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Desaparecidos para sempre no Mar do Norte

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Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Terror religioso está a aumentar

Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

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Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.


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Nós por cá...
Nós por cá não temos cohones para fazermos disto! É pena... mas temos o que merecemos!
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
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Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
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vale de muito...vão fazer o quê o mesmo que os gregos? os espanhois andam ha 15 anos a viver de especulação agora caiu-lhes em cima e ainda não é nada...o que muito nos queixamos por cá lá vai ser a sério proque tÊem a maior bolha imobiliária da europa e uma instabilidade a nível do emprego que permite estes eventos...isto não ´´e só gastar, estradas gratuitas, salários elevados sem produtividade, uma banca super especuladora...ai está...agora vai-lhes doer
Re: ....
Re: ....
Certo
Quanto mais manifestações, mais os cofres se voltam a encher.
Re: Certo
REVOLUÇAO
NAO HA ALTERNATIVA,ONTEM O INSTRUMENTO DO CAPITAL NAO TEVE PEJO EM DISPARAR CONTRA UMA MULTIDAO PACIFICA,O QUE VEM POR POR TERRA OS ARGUMENTOS DE QUE O CAPITAL ABDICA DOS PRIVILEGIOS PACIFICAMENTE,A ARMA DO POVO FOI O PROTESTO PACIFICO A RESTOSTA A BALA DE BORRACHA,POR ISSO NAO TEMOS ALTERMATIVA NOS OS ASSALTADOS FAZER A REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
La conta Patxi Andion
Estou ouvindo a música do genial Patxi Andión. Diz mais ou menos isto:
Nos passaran la conta e tu
Tendras que pagar i yo
Tendrei que pagar tambien
Habera que pagar!!!

Pois é! Há que pagar! Esta geração, aqui como em Espanha, gastou o que tinha e o que pôde pedir emprestado. E, o que eu acho imoral, transferiu para as gerações futuras a obrigação de honrar os compromissos assumidos. É assim como o pai comprar a crédito um carro de luxo e deixar as prestações para os filhos pagarem. Agora que os credores apertam, em vez de se tentar pagar (com sacrifício!) o que se deve, tenta-se passar a dívida adiante, para o filhos e netos pagarem. Os indignados deviam exigir que quem fez a dívida a pague, mesmo com sacrifício. Mas parece que não querem isso. Parece que querem empurrar a austeridade para a frente, para os netos. Desde que outros paguem, tudo vai bem. O problema é que os credores querem o que se lhes deve, já! Porque o dinheiro foi emprestado pelos bancos, mas pertence a inúmeros aforradores que agora temem pelas suas economias investidas em fundos de investimento (talvez mal geridos!). E bem diz o Patxi: nos passran la conta ...
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Edição Diária 17.Abr.2014

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