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Rostos indignados em Espanha

Em Madrid, polícia e manifestantes começaram o protesto do mesmo lado, mas acabaram em confrontos. Javier Bardem foi um rosto conhecido entre as gentes que expressaram descontentamento face à austeridade por toda a Espanha.
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Em Madrid, os protestos começaram pacíficos, mas descambaram em violência. 26 pessoas ficaram feridas, seis dos quais necessitaram de receber assistência hospitalar, 15 foram detidas, entre as quais um bombeiro, segundo refere o "El Pais",


Após mais de uma semana de protestos, as manifestações contra as medidas de austeridade em Espanha ganharam quinta-feira maior amplitude, com os protestos a estenderem-se a 80 cidades, dos mais diversos pontos do país

Madrid e Barcelona foram os pontos de maior tensão. Na capital espanhola, a polícia, que havia começado por expressar a sua solidariedade para com os manifestantes, acabou por intervir após a meia-noite, chegando mesmo a disparar balas de borracha na área circundante da Puerta del Sol para dispersar os manifestantes que lançaram garrafas e outros objetos contra as autoridades.

Cerca de 120 polícias bloquearam o acesso dos manifestantes ao congresso.

Os organizadores referem que cerca de 800 mil pessoas participaram no protesto de Madrid, mas segundo as estimativas do "El Pais", a adesão ter-se-á situado na ordem das 100 mil.




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Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Nós por cá...
Nós por cá não temos cohones para fazermos disto! É pena... mas temos o que merecemos!
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
Re: Nós por cá...
....
vale de muito...vão fazer o quê o mesmo que os gregos? os espanhois andam ha 15 anos a viver de especulação agora caiu-lhes em cima e ainda não é nada...o que muito nos queixamos por cá lá vai ser a sério proque tÊem a maior bolha imobiliária da europa e uma instabilidade a nível do emprego que permite estes eventos...isto não ´´e só gastar, estradas gratuitas, salários elevados sem produtividade, uma banca super especuladora...ai está...agora vai-lhes doer
Re: ....
Re: ....
Certo
Quanto mais manifestações, mais os cofres se voltam a encher.
Re: Certo
REVOLUÇAO
NAO HA ALTERNATIVA,ONTEM O INSTRUMENTO DO CAPITAL NAO TEVE PEJO EM DISPARAR CONTRA UMA MULTIDAO PACIFICA,O QUE VEM POR POR TERRA OS ARGUMENTOS DE QUE O CAPITAL ABDICA DOS PRIVILEGIOS PACIFICAMENTE,A ARMA DO POVO FOI O PROTESTO PACIFICO A RESTOSTA A BALA DE BORRACHA,POR ISSO NAO TEMOS ALTERMATIVA NOS OS ASSALTADOS FAZER A REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
Re: REVOLUÇAO
La conta Patxi Andion
Estou ouvindo a música do genial Patxi Andión. Diz mais ou menos isto:
Nos passaran la conta e tu
Tendras que pagar i yo
Tendrei que pagar tambien
Habera que pagar!!!

Pois é! Há que pagar! Esta geração, aqui como em Espanha, gastou o que tinha e o que pôde pedir emprestado. E, o que eu acho imoral, transferiu para as gerações futuras a obrigação de honrar os compromissos assumidos. É assim como o pai comprar a crédito um carro de luxo e deixar as prestações para os filhos pagarem. Agora que os credores apertam, em vez de se tentar pagar (com sacrifício!) o que se deve, tenta-se passar a dívida adiante, para o filhos e netos pagarem. Os indignados deviam exigir que quem fez a dívida a pague, mesmo com sacrifício. Mas parece que não querem isso. Parece que querem empurrar a austeridade para a frente, para os netos. Desde que outros paguem, tudo vai bem. O problema é que os credores querem o que se lhes deve, já! Porque o dinheiro foi emprestado pelos bancos, mas pertence a inúmeros aforradores que agora temem pelas suas economias investidas em fundos de investimento (talvez mal geridos!). E bem diz o Patxi: nos passran la conta ...
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Edição Diária 17.Abr.2014

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