24 de abril de 2014 às 4:13
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Roquette não quer desistir de Alqueva

José Roquette pondera parar o investimento turístico face às dificuldades colocadas pela banca, mas acredita poder chegar a um acordo.

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Roquette não quer desistir de Alqueva

O empresário José Roquette, promotor de um megaprojeto turístico junto ao Alqueva, no concelho de Reguengos de Monsaraz, pondera desistir do projeto face às dificuldades de financiamento colocadas pelos bancos CGD e BPI.

A obra no Alqueva está parada à espera de €35 milhões para concluír a primeira fase, onde já foram investidos cerca de €55 milhões, metade dos quais de capitais próprios.

"Apesar do Parque Alqueva ter sido classificado pelo Governo como Projeto de Interesse Estratégico Nacional em agosto de 2011, não foi ainda possível concluir o modelo de financiamento com adequada repartição de risco com os bancos financiadores, em", adianta José Roquette, frisando que "não podemos continuar a suportar esses custos, sem um modelo de financiamento aprovado".

Para o empresário, pode haver luz ao fundo do túnel. "Embora esteja muito preocupado, ainda acredito que seja possível chegar a um acordo que permita continuar o projeto com adequada repartição do risco entre todos os intervenientes", salienta José Roquette.

"Se tal não se vier a verificar, será com enorme tristeza e frustração que tomarei a decisão de parar definitivamente o projeto, o que implicará a perda de cerca de 200 empregos diretos e 300 indiretos, e o fim do projeto âncora do destino Alqueva", avança o empresário. 

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Empresários têm de lutar sozinhos?
Todos sabemos como é difícil investir em Portugal.

Desde as pedinchices, às cunhas, aos patrocínios, às dificuldades, às reprovações, até às ameaças, tudo dificulta um empresário de fazer aquilo que sabe fazer: investir, criar riqueza.

Depois disso vencido e ter uma Banca amorfa e medricas, é a cereja em cima do bolo do desânimo.
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E o aeroporto de Beja de portas encerradas

Sem uma Banca Forte não há uma economia robusta.

Eu oiço falar em projectos no sul de país, que a concretizarem-se colocavam Portugal com um desemprego quase a zero. e sabe. se que sem o pleno emprego não há economia maravilha.

E são projectos não de Patos Bravos. e muitos deles nem da banca precisam so precisam de o país estar como esteve até 2007.

A politica do actual governo esta errada e não os empresários e trabalhadores portugueses.

A politica do corta, corta só da esmola e sopa de pobre.
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Governantes CURTOS DE VISTA e de ambições...
Não estarei cá para ver, mas a barragem do alqueva ainda irá ser recordada como hoje recordamos e aplaudimos todas as que o Salazar (não sou nem nunca defendi este senhor) mandou fazer até as pequenas do plano nacional de rega...
Se não fosse isso, hoje, o nosso país era um país onde os Camelos já tinham sido transferidos do Norte de África para cá... teríamos pelo menos o Alentejo e Algarve iguais ao deserto ali de baixo de Marrocos....
Ainda veremos os reis do petróleo a pagarem a água mais cara que o dito...
Só é pena que as grandes obras neste país sejam partidarizadas e não consideradas um grande bem para todos.
ÁGUA É VIDA meus caros... E QUANTOS MAIS ALQUEVAS TIVERMOS, mais garantidos estaremos e poderemos resistir às secas ciclicas com menos prejuizos...
Não façam como fizeram com a nossa industria, pescas e agricultura quando entramos para e UE... que agora todos gritam que temos que industrializar... pescar... cultivar... etc.
Estou cansado de ver como se destroi um país e depois aparecem os BETINHOS QUE NOS GOVERNAM E OS SEUS ARAUTOS a pensar que descobriram a polvora e a congratularem-se com as novas indústrias... novos agricultores... novos pescadores.... etc...
SOMOS MUITO MESQUINHOS... SOMOS DE VISTAS CURITSSIMAS.... só vemos o dia de hoje...
È triste... e sei do que falo... já lá vão muitas dezenas de anos neste mundo macaco... e não fiquei só por cá... corri e vi outras "paisagens...", vi outros mundos com outras ambições...
Passem bem.
Re: Governantes CURTOS DE VISTA e de ambições... Ver comentário
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