Anterior
Nova tranche de ajuda à Grécia pode chegar em novembro
Seguinte
Juncker garante não ter sido contactado pelas autoridades portuguesas
Página Inicial   >  Economia  >   Ricardo Salgado critica regras de intervenção na banca

Ricardo Salgado critica regras de intervenção na banca

Presidente do BES defende que o modelo de intervenção do Estado para a capitalização da banca não vai aumentar o grau de confiança dos mercados.
Lusa |
Ricardo Salgado considera que "o intervencionismo não vai aumentar o grau de confiança"
Ricardo Salgado considera que "o intervencionismo não vai aumentar o grau de confiança" / Miguel A. Lopes

O presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, criticou hoje as regras do modelo de intervenção do Estado para a capitalização da banca, considerando que não vão aumentar o grau de confiança dos mercados.

"O intervencionismo não vai aumentar o grau de confiança, não vai contribuir para que o mercado português tenha acesso aos mercados mais rápido", afirmou Ricardo Salgado, durante a cerimónia de entrega dos prémios Exportação & Internacionalização, promovida pelo BES e pelo Jornal de Negócios.

O presidente do BES criticou o modelo que está em cima da mesa, afirmando que se prevê que a intervenção seja feita "através de ações ordinárias com direitos especiais, uma espécie de 'golden share'".


Opinião


Multimédia

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.

Ó Capitão! meu Capitão! ergue-te e ouve os sinos

Ele foi a nossa ama... desajeitada. Ele foi o professor que nos inspirou no liceu. Ele trouxe alegria, mesmo nas alturas mais difíceis. Ele indicou-nos o caminho na faculdade. Ele ensinou-nos a manter a postura, mas também a quebrar preconceitos. Ele ensinou-nos que a vida é para ser aproveitada a cada instante. Ó capitão, meu capitão, crescemos contigo e vamos ter de envelhecer sem ti. 

Crumble. A sobremesa mais fácil do mundo

Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida, especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 15 Comentar
ordenar por:
mais votados
Frasquilho do PSD trabalha para o BES?
Parece que sim,mas não se faz.Chega de promiscuidade.
Re: Frasquilho do PSD trabalha para o BES?
Então Frasquilho não se arme em heroi na TV
Que leis temos?
Porque motivo os políticos podem exercer outra actividade no activo de deputado? Não é um contrasenso há honestidade.
Querem honestidade mas não dão o exemplo.
O Estado devia nacionalizar todos os Bancos já
A verdade é mais tarde ou mais cedo é o que irá acontecer.
Foi feito no BPN, por razões especiais , mas a situação actual é bem mais problematica.

A crise que atravessamos é de origem diversa, mas tem a sua raiz nos mercados financeiros e na sua gula.

A mundo não falhou porque a economia real falhou, falhou porque os famosos iluminados gestores financeiros , falharam redondamente. A custa da sua "visão" liberal e "the sky is the limit" aqui estamos....esqueceram-se que "As arvores não crescem até ao Céu"

Bem e assim chegamos aos nossos banqueiros...que não souberam gerir o que tem e agora têm de pedir ajuda....ora o que é isso que não uma nacionalização ?

Não foi o português comum privado ou empresa que colocou os bancos na situação em que estão foi a famoso gestão do lucro facil que cria a bolha da divida.
Se estes srs não sabem gerir o negócio , o que é que fazem lá ?

Vejam lá se faz sentido... o estado português vai pedir 12MilM emprestados para ajudar os bancos....quem vai pagar os juros somos todos nós....e entretanto os bancos apresentam um lucro anual de (julgo) MilMilhoes.

Se os bancos não conseguem sobreviver sem a ajuda/intervenção do estado...porque é que não se Nacionalização Já ?

(Assim) que tivermos de fazer uma restruturação como a da Grecia... metade dos bancos vão mesmo a falência....por isso era melhor começar já
 
Os defensorees do mercado livre....
Re: O Estado devia nacionalizar todos os Bancos já
Re: O Estado devia nacionalizar todos os Bancos já
Re: O Estado devia nacionalizar todos os Bancos já
Re: O Estado devia nacionalizar todos os Bancos já
Re: O Estado devia nacionalizar todos os Bancos já
Re: O Estado devia nacionalizar todos os Bancos já
Aumentos de capital
atraves dos seus socios. Parem com a distribuicao de dividendos. E assim conseguem o dinheiro que precisam.

Nao tem que ser o Estado a ajudar. Isso e nas economoas Socialistas. E nos somos Liberais nao somos?

Ou seremos so hipocritas?
já na terra dos meus avós diziam...
..."quem desdenha, quer comprar". O homem não está a fazer mais do que a fazer uma negociação surda com o governo: sabe que precisa do apoio do Estado, mas não quer que por via disso o Estado controle a gestão dele ou a definição dos rendimentos do conselho de administração que ele preside. Nada mais que isso!!
Re: já na terra dos meus avós diziam...
Comentários 15 Comentar

Últimas


Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador
PUBLICIDADE

Pub