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Estado deve adquirir quatro aviões Canadair, diz relatório

Tiago Miranda

O dispositivo ideal para o combate a incêndios em Portugal deve passar pela existência de 33 meios aéreos próprios e permanentes, indica um relatório interministerial

O dispositivo ideal para o combate a incêndios em Portugal deve passar pela existência de 33 meios aéreos próprios e permanentes, refere um relatório interministerial Defesa-Administração Interna, que foi encomendado pelo Governo, depois dos incêndios do ano passado.

Num cenário ideal, para acabar com o recurso ao mercado para assegurar o dispositivo anual de combate aos fogos, o Estado terá de comprar quatro aviões Canadair, aponta o documento, a que o “Diário de Notícias” teve acesso.

Segundo o “cronograma de implementação” do relatório, em 2019, 11 dessas aeronaves já estariam disponíveis – entre sete helicópteros ligeiros e quatro aviões Fire Boss. Em 2020, haveria 24 meios aéreos disponíveis. Já em 2022, o Estado teria na sua posse um total de 33 aviões.

Para os defensores de que o Estado devia ter uma dispositivo próprio e permanente de combate aos incêndios, esta opção permitiria reduzir os custos anuais de contratos com empresas privadas para o aluguer de aeronaves.