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Existem 105 pirómanos presos por incêndios florestais em Portugal

Há, neste momento, 41 incendiários a cumprir pena, 44 em prisão preventiva e 20 em tratamento psiquiátrico, em Portugal

Com a época de incêndios a decorrer, além dos fatores ambientais, a preocupação das comunidades rurais com pirómanos não é injustificada; alguns dos piores incêndios dos últimos anos tiveram origem em mão criminosa. Em Portugal, existem, neste momento, 105 pessoas presas por incêndio florestal, segundo dados da Direção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP) cedidos ao “Correio da Manhã”.

Entre os incendiários detidos, 44 estão em prisão preventiva, sendo que destes 36 aguardam ainda julgamento e oito esperam o trânsito em julgado das penas. Cumprem uma pena efetiva 41 pirómanos e os outros 20 têm tratamento psiquiátrico por inimputabilidade.

De acordo com a DGSP, só dois condenados por este crime estão, neste momento, abrangidos pela medida excecional de vigilância por pulseira eletrónica durante o verão.

O “CM” conta que um destes indivíduos está em liberdade condicional, obrigado a ficar em casa com pulseira entre 1 de junho e 31 de outubro, enquanto o outro foi condenado a uma pena de prisão suspensa, mas com a obrigatoriedade de ficar detido na habitação entre 1 de julho e 30 de setembro.