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Associação de Dirigentes Escolares avisa que greve dos professores pode atrasar novo ano letivo

PAULO CUNHA/LUSA

Segundo Manuel Pereira, presidente da direção da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), há, neste momento, “muito trabalho em standby à espera que se conclua este ano letivo”

A greve dos professores está a atrasar o lançamento das avaliações, mas, por este andar, poderá vir a complicar o arranque do próximo ano letivo. Quem o diz é Manuel António Pereira, presidente da direção da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), em declarações ao “Diário de Notícias” esta sexta-feira.

“Teoricamente, a maior parte dos docentes vai de férias a 20 de julho. Se o processo de avaliações não estiver concluído, duvido que as escolas deixem os professores ir de férias. Vamos ter uma enorme quantidade de docentes a reclamar que lhes paguem as férias”, disse.

Segundo Manuel Pereira, há, neste momento, “muito trabalho em standby à espera que se conclua este ano letivo”. Por esta altura, prossegue, “o processo de preparação do próximo ano letivo devia estar adiantado, mas há áreas em que está muito atrasado”.

Sem o processo de avaliação estar concluído, o responsável máximo dos dirigentes escolares diz ao “DN” que “não se pode avançar com as matrículas, a constituição de turmas ou a definição do número de professores que vai ser preciso. Funciona tudo em cadeia”.