Siga-nos

Perfil

Expresso

Revista de imprensa

Empresas recusam dar horários flexíveis a pais de menores

Em 2017, a CITE emitiu 747 pareceres e o horário flexível dominou as situações apresentadas; este ano, já analisaram 321 casos

Apesar de essa possibilidade estar prevista no Código do Trabalho, ainda há empresas que se recusam a facilitar horários flexíveis a pais de menores de doze anos, conta o “Diário de Notícias” esta segunda-feira. Segundo Joana Rabaça Gíria, presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), cerca de 85% dos pareceres que a estrutura passa por ano são relativos a situações em que as entidades empregadoras recusam conceder horários flexíveis aos jovens pais.

Não há forma de as empresas “interiorizarem que a conciliação é fundamental para a igualdade de oportunidades”, além de “gerar produtividade”, disse Joana Rabaça Gíria ao matutino.

Em 2017, a CITE emitiu 747 pareceres e o horário flexível dominou as situações apresentadas; este ano, já analisaram 321 casos.

Há dois anos, a CITE emitiu 688 pareceres, dos quais 655 (95%) corresponderam a solicitação obrigatória por entidade empregadora. Dos 655 pareceres, 84,5% eram referentes à recusa em conceder regime de horário flexível.