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Das 11 áreas protegidas nacionais, só três têm videovigilância contra incêndios a funcionar

Luís Barra

Neste momento, só três comunidades intermunicipais (CIM) têm sistemas operacionais: a do Médio Tejo, a da Lezíria do Tejo e a da Beira Baixa

Das onze áreas protegidas nacionais só três têm sistemas de videovigilância contra incêndios a funcionar, avança o “Jornal de Notícias” esta quarta-feira. A poucos meses da época de incêndios, é pouco provável que estes sistemas sejam instalados a tempo.

De acordo com o matutino, isto significa que os parques naturais da Arrábida e de Sintra, Cascais e Mafra, a região da serra da Estrela e as três serras de Nogueira, de Bornes e de Figueira, em Trás-os-Montes não terão videovigilância contra os incêndios este verão.

Em 2016, o Governo anunciou o objetivo de alcançar uma cobertura de 50% das áreas protegidas do território nacional, com o reforço da rede atual e a instalação de mais dispositivos em dez regiões do país – estes projetos, lembremos, dispõem de financiamento europeu. Contudo, nada avançou para a prática: houve concursos cancelados e outros ainda não foram adjudicados.

Nos últimos dois anos, a cobertura do território só passou de 14% para 20%. Neste momento, só três comunidades intermunicipais (CIM) têm sistemas operacionais: a do Médio Tejo, a da Lezíria do Tejo, e a da Beira Baixa.