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Ministério Público investiga avarias na Celtejo

PAULO CUNHA/ Lusa

Na sexta-feira passada, chegou ao IGAMAOT uma denúncia considerada credível e que detalhava um conjunto de avarias em equipamentos da Celtejo que tinham levado a empresa a fazer várias descargas sem qualquer tratamento

Apesar da Celtejo, empresa fabricante de papel sediada em Vila Velha de Rodão, negar a existência de qualquer avaria ou responsabilidade no surgimento de uma espuma tóxica no Tejo – um dos mais graves crimes ambientais dos últimos anos –, o Ministério Público está a investigar alegadas avarias em diversos equipamentos da empresa.

Segundo o “Público” esta terça-feira, o MP recebeu uma denúncia com informações consideradas credíveis pelas autoridades.

Pelo que apurou o matutino,na Inspeção-geral do Ambiente, da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território já havia fortes suspeitas e indícios de que a fonte poluidora deveria ser uma de uma das três empresas papeleiras existentes em Vila Velha de Ródão.

Na sexta-feira passada, chegou a esta entidade uma denúncia considerada credível e que detalhava um conjunto de avarias em equipamentos da Celtejo que tinham levado a empresa a fazer várias descargas poluidoras sem qualquer tratamento.

A denúncia, escreve o “Público”, não só confirmava algumas das suspeitas já existentes na IGAMAOT como detalhava as alegadas avarias em diversos equipamentos e as situava no tempo.