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Unidade de Contraterrorismo investiga Tancos

Alberto Frias

A Unidade Nacional de Contraterrorismo da PJ está a ajudar a Polícia Judiciária Militar a investigar o roubo de armas na base militar de Tancos, avança o DN. Major-general Raul Cunha diz que “pista do terrorismo é a mais credível”

A Unidade Nacional de Contraterrorismo da Polícia Judiciária (PJ) está a trabalhar com a Polícia Judiciária Militar (PJM), que iniciou a investigação sobre o roubo de material de guerra da base militar de Tancos.

A notícia está a ser avançada pelo “Diário de Notícias”, que adianta não ter sido ainda formalmente decidido quem liderará a investigação, embora a PJ seja a hipótese mais provável.

Em entrevista ao mesmo jornal, o major-general Raul Cunha, militar que já participou em seis missões internacionais das Forças Armadas, diz que o roubo foi planeado “com muito cuidado” e “por quem conhecia as rotinas das rondas”. E acredta que “a pista de terrorismo é a mais credível” nesta investigação.

“Cheira-me a encomenda, é material de guerra e quase que apontaria para a pista de terrorismo. Não vejo outra tão credível”, arriscou, mostrando a sua preocupação com a possibilidade de o material vir a ser usado num ataque terrorista.