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Fundação Espírito Santo volta a ter salários em atraso

Tiago Miranda

Edmundo Martinho, presidente do conselho de administração da Fundação Espírito Santo, assegura que “a situação deverá ficar regularizada nos próximos dias”

Desde a queda do BES em 2014, a Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva (FRESS) perdeu o seu maior mecenas e tem lutado para sobreviver. A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa tenta há um ano equilibrar as contas da instituição, mas sem sucesso. Tal como já aconteceu no ano passado, há três meses que os trabalhadores da FRESS estão com salários em atraso, conta o “Diário de Notícias” esta sexta-feira.

Esta denúncia foi feita por um funcionário da instituição ao matutino. “Nas escolas, os professores já não recebem há três meses e nas oficinas há dois”, revela.

Questionado pelo “DN”, o presidente do conselho de administração da Fundação Espírito Santo, Edmundo Martinho, assume um atraso nos vencimentos “do mês de abril e uma parte do mês de março”.

Edmundo Martinho, que também é vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia, assegura que “a situação deverá ficar regularizada nos próximos dias”.