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Ministério Público investiga créditos do Montepio

Luís Barra

O inquérito já está a cargo do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP)

O Ministério Público está a investigar créditos suspeitos no Montepio, avança o “Jornal Económico” esta sexta-feira. Segundo o matutino, há suspeitas de branqueamento de capitais em financiamentos a grandes clientes como o Grupo Espírito Santo (GES), On Going e o construtor José Guilherme.

Neste momento, o inquérito já está a cargo do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).

Os créditos em causa terão sido concedidos enquanto Tomás Correia, ex-líder da Caixa Económica Montepio Geral (CEMG), presidia a instituição.

Há algumas semanas, Tomás Correia e mais oito antigos gestores da CEMG foram acusados pelo Banco de Portugal de terem financiado o universo Espírito Santo poucos meses antes do colapso do grupo liderado por Ricardo Salgado. Estava ainda causa um crédito de 18 milhões a Paulo Guilherme que o filho do construtor José Guilherme usou para subscrever unidades de participação do Fundo de Participação da CEMG.