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CDS e PSD não se entenderam em Lisboa, mas já têm mais coligações nas autárquicas do que em 2013

alberto frias

Há 99 alianças firmadas entre os dois partidos para as eleições de outubro, mais oito do que há quatro anos

Passos Coelho não foi capaz ou não quis apoiar a candidatura de Assunção Cristas a Lisboa. O PSD esperou por Santana Lopes, mas o presidente da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa acabou por dar uma nega aos sociais-democratas. Depois, foram noticiados uma série de convites sem sucesso… até que na semana passada a escolhe recaiu em Teresa Leal Coelho.

Depois de quatro de anos de governação conjunta no Governo, PSD e CDS ainda tentam separar fronteiras políticas. Mas se Lisboa foi um ponto de tensão entre os dois partidos, ao nível nacional o cenário de ataque conjunto às autárquicas será diferente. De acordo com as contas do “Público”, há 99 alianças firmadas entre os dois partidos para as eleições de outubro, mais oito do que em 2013.

A comissão política nacional do PSD vai aprovar esta terça-feira 160 cabeças de lista, depois de nas últimas duas reuniões terem sido confirmados pouco mais de 80 nomes. Para cumprir o calendário estabelecido em 2016, de forma a cumprir as homologações de candidaturas, a comissão política nacional dos sociais-democratas terá de marcar uma nova reunião até ao final do mês.