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Há menos portugueses a aceitarem ser fiadores e mais com razões para estarem arrependidos

Em junho de 2011, apenas 7,5% dos fiadores foram chamados a pagar os empréstimos em falta. Já em 2016, esta percentagem ficou nos 8,6%

O número de portugueses que aceitaram ser fiadores de empréstimos bancários caiu no final de 2016 para 1,3 milhões, o mais baixo desde 2011, conta o “Diário de Notícias” esta sexta-feira. Porém, o número de fiadores encravados – a pagar empréstimos pedidos por outros – tem vindo a aumentar: cerca de 115 mil fiadores (8,6% do total) tem razões para estar arrependidos.

Por comparação, em junho de 2011, apenas 7,5% dos fiadores foram chamados a pagar os empréstimos em falta. Apesar de o crédito malparado das famílias estar a cair há cinco meses seguidos, a percentagem de fiadores com dívidas alheias às costas é maior do que no tempo da crise.

Se o crédito à habitação tem vindo a descer nos últimos anos, no crédito ao consumo a percentagem de fiadores em dificuldades subiu para 11,9% do total; em 2011, só 8,9% dos fiadores estavam com créditos vencidos a cargo, revela o matutino.