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Para desempatar na CGD, contará mais o voto de Rui Vilar

Ana Baião

A nova administração da Caixa Geral de Depósitos terá um total de 16 elementos, oito executivos e oito não executivos. Caberá a Rui Vilar ter o voto de qualidade, em caso de empate

Quando a nova administração da Caixa Geral de Depósitos estiver completa terá um total de 16 elementos, oito executivos e oito não-executivos. Aquando das votações, e em caso de empate, caberá a Rui Vilar, presidente não-executivo da instituição, exercer o voto de qualidade, conta o “Jornal de Negócios” esta quinta-feira.

Tendo em conta que o número de administradores para a instituição é par, há uma grande probabilidade de que surjam empates em algumas decisões. De acordo com os estatutos da Caixa, o “chairman” da instituição tem sempre o direito ao “voto de qualidade em caso de empate”.

O “Negócios” lembra ainda que tanto a equipa constituída por Paulo Macedo como a anterior de António Domingues (que nunca chegou a ficar completa, mas pretendia ser de 19 pessoas) excedem o número de elementos recomendado para a administração do banco pelo Banco Central Europeu (BCE) – a instituição europeia recomendava que fosse de 15 no máximo.