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Lone Star convida empresas portuguesas a entrar na compra do Novo Banco

Nuno Botelho

A Lone Star convidou o grupo Amorim, a Sonae, a Jerónimo Martins e a holding Violas a juntarem-se na compra do Novo Banco

A Lone Star quer comprar o Novo Banco e ter margem de manobra na negociação com o Banco de Portugal. Para além do valor económico da compra, os norte-americanos querem adicionar valor político à sua proposta. Segundo o “Público” desta quarta-feira, a Lone Star enviou convites abertos a pelo menos cinco grupos industriais portugueses para que tomem posições qualificadas minoritárias no Novo Banco.

O Expresso ja tinha noticiado na sua edição impressa de 28 de janeiro a intenção da Lone Star de juntar grupos nacionais à oferta feita pelo Novo Banco, sem no entanto referir a identidade dos mesmos.

O“Público” adianta agora que houve missivas enviadas para o grupo Amorim, a Sonae, a Jerónimo Martins e a holding Violas – esta última, aliás, já se tinha mostrado disponível para entrar na compra do Novo Banco, mas ao lado do fundo Apollo/Centerbridge. A identidade da quinta empresa não é revelada.

Nessa carta, a que o “Público” teve acesso, o fundo norte-americano convida os “potenciais coinvestidores a considerarem participar, juntamente com a Lone Star, no controlo de longo prazo do Novo Banco e, desta forma, partilhar dos benefícios resultantes da recapitalização e da reestruturação previstas”.